terça-feira, 24 de abril de 2012

Qual Sua Motivação Para o Trabalho?

Por Robert J. Tamasy

Pessoas trabalham por diferentes motivos, sendo o principal ganhar o sustento, colocar comida na mesa, um telhado sobre a cabeça, pagar contas e conquistar o estilo de vida que desejam. Sem dúvida, trabalho é meio de utilizar e investir habitualmente nosso tempo.

O trabalho também nos proporciona um senso de autoconfiança, a satisfação de sermos capazes de realizar coisas dignas, particularmente quando envolve tarefas que estamos especialmente habilitados a desempenhar.   Se você tem um trabalho que aprecia, está entre uma afortunada minoria de trabalhadores: um grupo bem feliz! Mas você já foi trabalhar ansiando por reconhecimento, esperando honras e recompensas que significassem que você era o melhor – ou um dos melhores – em sua empresa ou profissão?

Quando era editor de uma revista anualmente comparecia a uma conferência de editores. Todos os anos uma das noites era dedicada a um concurso onde eram julgados e premiados periódicos, escritores e editores de várias categorias. Vez ou outra nossa revista recebia prêmio e era gratificante. Mas você já pensou na transitoriedade de um reconhecimento dessa natureza, mesmo na mais prestigiada das competições? 

Por exemplo, você se lembra do nome dos jogadores tidos como os melhores nos últimos cinco campeonatos nacionais? Ou das equipes que ganharam as últimas cinco Copas do Mundo? E dos cinco ganhadores do Prêmio Nobel de economia, ciências ou outro campo de atividade? Qual o nome dos últimos cinco filmes a receberem o Oscar? 

Poderíamos pensar  em outros exemplos. Nós gostamos de reconhecimento. Ele nos proporciona afirmação e significado, faz com que nos sintamos valorizados. Prêmios e reconhecimento, porém, são passageiros, rapidamente são esquecidos. O aplauso esmorece, a sensação boa desaparece e todos vão em busca da mais nova “estrela”. Como o rei Salomão, escritor do livro de Eclesiastes declarou, “...Tudo havia sido ilusão; eu apenas havia corrido atrás do vento” (Eclesiastes 2.17). 

Isto significa que a busca pela excelência e realização pessoal é fútil, uma perda de tempo e esforço? A Bíblia nos diz que o esforço para realizarmos nosso melhor é importante, mas nossas motivações são ainda mais importantes. 

Platéia de um só. Pessoas, até mesmo nossos empregadores e colegas de trabalho, são inconstantes. Não podemos agradá-los o tempo todo. Sendo assim, precisamos nos assegurar de estar trabalhando pela aprovação da pessoa certa. “O que vocês fizerem, façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas... pois o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo”  (Colossenses 3:23-24). 

Aprovação de Deus. No mundo real, às vezes nosso melhor trabalho passa desapercebido ou é ignorado.  Mas a Bíblia nos assegura que Deus observa tudo o que fazemos para Ele e é rápido em recompensar-nos por um serviço devotado. “O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito’” (Mateus 25.21,23).

Reconhecimento duradouro. O problema com prêmios e honrarias é que eles perdem valor e brilho com o passar do tempo. O reconhecimento de Deus, todavia, jamais se desvanece ou perde valor. “E, quando o Grande Pastor aparecer, vocês receberão a coroa gloriosa, que nunca perde o seu brilho” (I Pedro 5.4). 

Próxima semana tem mais!


Aprendendo a Vigiar

"Vigiai e orai" Mt 26.41 

Por meio da oração travamos uma batalha espiritual e derrotamos o inimigo. Contudo precisamos estar atentos e vigilantes contra três grandes inimigos que roubam o nosso chamado e a qualidade do nosso relacionamento com Deus: a apostasia, a incredulidade e o ativismo.


1)  APOSTASIA: é o esfriamento espiritual e começa sutilmente com um sentimento de indiferença em relação a Deus e às coisas que são relacionadas a Deus. A Palavra já não se move mais no interior do coração da pessoa que deixa de se relacionar com a Palavra Profética.
Na apostasia, perde-se o foco e o desejo de lutar pelo que é nosso de direito, pelas nossas promessas. Já não se dá mais valor ao que é genuino, em nossa fé:  a presença  e participação nos cultos, a nossa Ceia, a nossa Comunhão com os irmãos, havendo desprezo pela palavra ministrada. Não se busca mais a direção do Espirito de Deus e da Palavra que sai do altar, não se ora mais, não se tem vontade de participar dos jejuns, eventos, campanhas da Igreja. A pessoa torna-se insensivel, alheia e desmotivada. "Quem dera fosses frio ou quente!Assim porque és morno e nem és quente e nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca" Ap 3.15-16. É o congelamento da fé!!!


2) INCREDULIDADE: Mata toda a possibilidade de vitória em nossa vida, mata o fruto, andamos como cegos, cheios de morte, pois o justo vive pela fé e sem fé é impossivel agradar a Deus. Ficamos sem vida e sem esperança. Quem é tomado pela incredulidade vai construindo uma barreira e as bençãos já não o alcançam, está distante de Deus e está se relacionando com demonios pois destrói o relacionamento com Deus. O principal objetivo de Satanás é destruir o relacionamento do homem com Deus através da negação de Deus, da falta de confiança em Deus e em sua Palavra, das dúvidas com relação ao amor de Deus por nós e pela atenção de Deus pelas nossas necessidades. A dúvida gera o medo, o medo tira nossa paz, e quem dá espaço para a incredulidade vive em constante deserto, e suas guerras não são do Senhor, ele vive um constante fracasso. Jesus não pode realizar mais milagres em Nazaré por causa da incredulidade do povo – Mt 13.53. A pessoa incrédula está em uma prisão mental e espiritual e precisa ser liberta em nome de Jesus, pois Ele tem para nós Salvação, Alegrias, Saúde, Prosperidade e Paz.


3) ATIVISMO: Se atirar frenéticamente na Obra de Deus e achar que a quantidade de trabalho expressa  qualidade de sua entrega a Deus e demonstração de fé. Entretanto, ter uma aparencia de estar engajado e que isto é o seu Chamado, muitas vezes , esconde uma obrigação, como se fosse um emprego com direito a competição ou  ficar sempre na defensiva ou  acusando os irmãos não tão ativos. Isto significa que a pessoa perdeu a essência, e perdeu o motivo verdadeiro de servir ao Senhor. O ativista faz a obra para si, e se não vê o reconhecimento por seu trabalho ou aprovação, a tendencia é se tornar rebelde, sentir-se injustiçado e ...afastar-se."

A Obra de Deus deve ser feita com interesse verdadeiro, gratidão a Deus e consciencia do Chamado. É preciso sentirmos leveza, liberdade, satisfação, alegria! Assim, fica  a certeza que Deus nos retribuirá pois nosso trabalho no Senhor não é vão!!!!!!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Noite De Bem Com a Vida em Botafogo!


Ambiente Ideal de Trabalho

Por Robert J. Tamasy

No mercado de trabalho falamos de “ergonomia”, o “estudo da relação entre trabalhadores e seu ambiente, especialmente no que se refere aos equipamentos que utilizam”. Tudo é levado em consideração, desde ruídos ao design das cadeiras, localização de computadores e análise do ambiente de trabalho. Porém, outro tipo de “ambiente” também merece atenção – o espaço onde as pessoas podem maximizar seus talentos, dons, experiências e paixões.

Quando eu era editor de um jornal de bairro, havia um membro do quadro de funcionários que era como o proverbial pino redondo que tenta se encaixar no buraco quadrado. Eu vou chamá-lo de Mary. Como a equipe editorial era pequena, nós a experimentamos em várias funções.

De início eu a designei para cobrir reuniões das diretorias e comissões escolares. Depois ela passou a escrever sobre atividades sociais e eventos femininos. Ela passou também por reportagens esportivas. Mary era disposta e trabalhava arduamente, mas nenhuma dessas funções parecia ideal para ela.

Finalmente, quando tive que demitir o fotógrafo de tempo integral, perguntei a Mary se ela gostaria de tentar essa função. Ela brilhou como uma lâmpada de 1.000 watts - encontrou seu nicho, trabalho que realizou com paixão. Tornou-se uma empregada feliz e realizada. Levou tempo, mas descobrimos o lugar a que ela pertencia em nossa equipe. Para mim foi recompensador ajudá-la a encontrar alegria no trabalho que desempenhava.

Uma das mais importantes responsabilidades de um líder é capacitar seus liderados a encontrar seu “ambiente”, a área de interesse e experiência na qual podem florescer. O antigo lema do exército americano era:  “Seja o que você pode ser!” A Bíblia reafirma a importância dessa função: 

Somos dotados de forma exclusiva. Não há dois indivíduos iguais, nem fisicamente nem em termos de habilidades, interesses e paixões: “Eu Te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável” (Salmos 139.14). 

Todos têm um propósito específico a cumprir. Deus determinou um propósito específico para cada um de nós. Como líderes, podemos auxiliar na busca desse propósito e capacitar as pessoas a cumpri-lo. “Antes de formá-lo no ventre Eu o escolhi; antes de você nascer, Eu o separei” (Jeremias 1.5). 

O líder extrai mais – e o melhor – de seus liderados. Jesus contou a “parábola dos talentos”, na qual um homem de negócios testou a capacidade de seus servos de gerenciar os interesses dele. De igual modo, os líderes são responsáveis pela propriedade e também pela utilização apropriada dos recursos humanos que administra. “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito” (Mateus 25.21).

O líder faz do cuidado com seus liderados sua prioridade. Se os liderados não estão florescendo, precisamos investigar o motivo. Podemos estar esperando que eles sejam como os pinos quadrados tentando se encaixar em buracos redondos. “Esforce-se para saber nem como as suas ovelhas estão, dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos” (Provérbios 27.23). 

Próxima semana tem mais!