quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Hoje é um bom dia

De caminhar mesmo chorando e  arrancar um  sorriso em meio as lágrimas.

Hoje é o dia de acreditar  que as lágrimas de hoje serão minhas canções de amanhã.

É o dia de afirmar   que aqueles que viram o meu choro verão a vitória em minhas mãos.


 

Hoje é um bom dia para me mover na direção do inacreditável.

Dia de avançar  para o melhor de Deus , me mover na direção do absurdo e viver o que ninguém acreditou.


 

Hoje é um bom dia para recuperar a esperança perdida.

A esperança não confunde e  não causa duvidas  e não trafega

na estrada das incertezas.


 

Hoje é o dia de sair do  mundo dos reclamantes e romper com os  fracassados e acovardados.

Dia de migrar do mundo dos paralisados e entrar no mundo daqueles que correm para a vitória.


 

Hoje é um bom dia para perdoar e recuperar relacionamentos rompidos. 

Um bom dia para fazer novos amigos. 

Amigos  são essenciais.

Certos amigos não podem sair de nossa vida.

 
 

 
 

Hoje é um bom dia para  dar um bom grito e ser feliz.

O coração alegre é bom remédio e o sucesso na vida é ser feliz.

Seja alegre, seja feliz!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A 4ª arma do diabo

O diabo tem três armas para acabar com o homem e a mulher de Deus que estão ou querem ir para o altar. Porém, há mais uma que é fatal, e se o homem e a mulher de Deus não vigiarem, cairão por ela.

1. A primeira arma do diabo é colocar mulheres no caminho do homem de Deus, e homens no caminho da mulher de Deus. O diabo faz isso para enfraquecer o homem ou a mulher de Deus.
2. A segunda arma usada pelo diabo pode até mesmo parecer uma benção de Deus, que é a prosperidade. O diabo faz isso para que a pessoa prospere e perca o brilho pela obra de Deus no altar, pois ele sabe que se aquela pessoa chegar ao altar ela irá arrebentar. Obs.: Temos que ter uma vida abençoada antes de ir para o altar sim, porém, sem perder o foco do que queremos, que é salvar almas.
3. A terceira arma é o orgulho, pois o diabo consegue cegar a pessoa, fazendo com que ela não perceba que é orgulhosa, pois um orgulhoso, na maioria das vezes, não sabe que é orgulhoso.
Agora vamos a nossa história para você descobrir qual é a 4ª arma usada pelo diabo para destruir os que fazem a obra de Deus.

Havia um pastor em uma igreja que tinha sucesso em tudo o que fazia. Tinha comunhão com Deus e andava em santidade, orando, jejuando e lendo a Bíblia. Aonde ele ia, desenvolvia o trabalho. E mais, muitas pessoas se convertiam, pois ali havia curas, milagres, etc.

O diabo, vendo isso, fez uma reunião no inferno e enviou o primeiro demônio, a Pomba-girada. E ela falou para o pastor: Eu vou te derrubar!

O pastor logo amarrou o que o demônio falou, orou, jejuou, leu a Bíblia, fortaleceu o seu casamento, e ela foi embora.

O diabo convocou mais uma reunião e resolveu mandar o Oxuavareza para encher os olhos do pastor de ambição material. Novamente, o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, sacrificou tudo o que tinha e o diabo caiu por terra.

Revoltado, o diabo enviou Oxuorgulho para encher o coração do pastor de orgulho próprio. Mas o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, e se humilhou diante de Deus. E, mais uma vez, o diabo caiu por terra.

O diabo viu que todas as suas tentativas tinham sido frustradas. Irado, resolveu mandar aqueles três demônios ficarem na igreja daquele pastor para ver onde ele errava. E para lá eles foram, só estudando e marcando os passos dele.

Um dia, os três demônios, ainda sem pegar nada que pudessem usar contra o pastor, viram outro demônio passar por aquela igreja. Vinha ele lá de longe, devagar, usando bengala, com uma aparência cansada. E os três demônios começaram a zombar dele. "Seu velho cansado, o que está fazendo por aqui?" E então perguntaram o nome dele.

Ele olhou de lado, abriu um sorriso lateral sarcástico e disse: "Meu nome? Eu sou o OXUTEMPO. E vocês, o que fazem por aqui?"

E os outros demônios lhe contaram sua missão e como tinham fracassado até agora. Daí, ele disse aos três, "Esperem que eu vou dar ordem quando vocês devem agir." E disse mais: "Não tenham pressa, pois eu sei como trabalhar." E aquele demônio sutilmente começou a agir.

Primeiro, tirou o tempo daquele pastor, enchendo sua agenda de coisas para fazer. Logo, ele não tinha mais tempo para jejuar, e enfraqueceu. Depois, tirou o tempo daquele pastor para não ler mais a Bíblia, e ele não mais ouviu a voz de Deus. E sem ouvir a voz de Deus, sua comunhão esfriou. Foi aí então que aquele demônio deu a ordem para os outros entrarem em ação. E, assim, aquele pastor que arrebentava, caiu.

O tempo é a 4ª arma usada pelo diabo para esfriar a fé dos que não perseveram. Às vezes, ele nos faz muito atarefados. Outras, ele até causa um falso senso de bem-estar, faz as lutas cessarem durante um tempo para que nós nos acomodemos na fé. E é assim que ele nos derruba.

Lembre-se sempre de onde você veio, de onde você saiu, e do que Deus fez na sua vida para sempre se manter na fé. O vencedor não é o que começa, mas sim o que termina.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A EXECUTIVA BEM SUCEDIDA

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...?! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado.. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical..
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pelé vai receber homenagem no estádio no qual 'expulsou' juiz há 42 anos

Pelé será homenageado neste domingo, quando promoverá a Taça Libertadores da América no estádio El Campín de Bogotá. Foi lá que, há 42 anos, o Rei foi expulso e chamado de volta ao campo, num dos episódios mais extraordinários do futebol mundial. Na ocasião, para a partida seguir, quem deixou o gramado foi o juiz.
Pelé assistirá a uma partida amistosa entre os times Millonarios e Santa Fe, de Bogotá, que se preparam para o Torneio Apertura-2010 da Colômbia, e promoverá a 51ª edição da Libertadores, torneio que ganhou com o Santos em 1962 e 1963.
O Rei receberá uma espécie de 'homenagem de desagravo' depois de sua expulsão de campo no dia 17 de julho de 1968, quando o Santos - com Pelé, Gilmar, Mané, Melgalvio, Lima, Toninho, Pepe, o argentino José Manuel Ramos Delgado e outras figuras, venceu a seleção juvenil colombiana por 4-2.
Naquela ocasião, Pelé marcou um gol, deu passe para outros e fez jogadas dignas de sua grandeza. A partida passou para a história depois da decisão do árbitro, o colombiano Guillermo Velásquez, de expulsar o Rei, antes de se excluir para que o melhor jogador do mundo voltasse ao campo. 

Velásquez disse que expulsou Pelé depois de os jogadores do Santos terem criticado sua atuação por validar um dos gols da Colômbia, agredindo-o com socos e chutes.
- Como quase todos eram negros, não pude identificar plenamente o que me atacou, mas tive a impressão de que foi Pelé e por isso o expulsei - confessou Velásquez muitos anos depois.
Os cronistas e fotógrafos da época dizem que o árbitro expulsou, primeiro, o capitão dos santistas, Lima, depois de levar uma rasteira.
Aos 35 minutos, quando Pelé era a figura principal da partida, o Rei, ao que parece, teria xingado Velásquez, e o juiz optou por expulsá-lo, num fato sem precedentes na vida do tricampeão mundial.
Ante os protestos dos torcedores, o juiz preferiu se afastar e deixou a partida nas mãos de seu assistente, o também colombiano Omar Delgado Piedrahita, que logo chamou Pelé de volta.
Velásquez, que terminou o jogo na enfermaria, prestou queixa contra os jogadores do Santos, que passaram a noite depois do jogo em uma delegacia de Bogotá.