segunda-feira, 30 de abril de 2012

Como Enfrentar Uma Crise

Por Rick Warren

Existe uma história engraçada sobre uma mulher que ganhou uma enorme fortuna na loteria.  Depois de receber a boa notícia, ela ligou para casa e falou com o seu namorado residente, dizendo-lhe:  “Acabei de ganhar na loteria! Pode começar a fazer as malas!”  Seu namorado respondeu:  “Isso é fantástico!  Devo fazer as malas com roupas para clima frio ou quente?”  Ela respondeu, sem nenhuma emoção:  “Tanto faz, contanto que você já esteja longe quando eu voltar para casa!” 

O homem entrou em crise!  E é assim que muitas crises acontecem – de forma totalmente inesperada, encontrando-nos completamente despreparados para lidar com elas.  Gostemos ou não, crises inesperadas fazem parte da vida.  Neste exato momento você se encontra em uma destas três fases:  Ou você acabou de sair de uma crise, ou a está vivendo agora ou ainda está indo de encontro a uma delas. 

Existe uma história fascinante sobre o naufrágio de um navio no Novo Testamento da Bíblia (Atos 27), da qual podemos extrair três percepções sobre a administração de crises e que podem ser aplicadas diretamente aos seus negócios: 

Determine a razão.  Pergunte a si mesmo:  “Qual é realmente a razão por trás da crise?”  A causa é geralmente mais profunda do que aquilo que surge na superfície.  No caso do naufrágio relatado pelo apóstolo Paulo no livro de Atos são citadas três razões:  (1) Eles deram ouvidos a conselhos ruins;  (2) eles seguiram a opinião popular, e (3) confiaram nas circunstâncias, e não no que sabiam ser a coisa certa a ser feita.  Se você está encontrando dificuldade para descobrir a razão de uma crise, tente orar a este respeito.   O rei Davi de Israel escreveu:  “Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus...”  (Salmos 73: 16-17). 

Determine o resultado. Pergunte a si mesmo:  “O que posso aprender com isso?”  Toda crise é uma oportunidade para ampliar a minha perspectiva, aprimorar minhas habilidades e desenvolver o meu caráter.

Determine sua resposta.  Pergunte-se:  “Qual a melhor maneira de reagir a isto?”  A despeito do que você possa fazer, sua resposta deveria incluir três elementos:

1.    Confronte o problema.  Você raramente resolve um problema ignorando-o.  Provavelmente não será fácil, mas Deus estará presente se você pedir a Ele que lhe dê forças.

2.    Confesse sua parte (se for o caso).  Se você provocou essa crise que lhe sobreveio, admita-o e peça perdão.  Não apresente desculpas e não culpe os outros.  Aceitar a responsabilidade é a marca da genuína liderança e maturidade emocional.

3.    Reivindique a promessa. Você sabia que a Bíblia contém mais de 7.000 promessas de Deus para ajudá-lo?   Elas são como cheques em branco esperando para serem preenchidos.  O que você está esperando?  Se você não conhece a Bíblia muito bem,  peça a um amigo que a conheça para ajudá-lo a encontrar a promessa que se aplica à sua situação.

Deus faz uma de Suas promessas em Filipenses 4:6-7, onde Ele nos diz:  “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.  E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”. 

Próxima semana tem mais!


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Noite De Bem Com a Vida em Vila Isabel, com a Bpa. Suami Lafayett

noite de bem com a vida BISPA 27 04 2012

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Iniciativa e Trabalho Duro

Por Jim Mathis

Se como se costuma dizer “a variedade é o tempero da vida”, posso descrever minha vida como bastante “temperada”. Um final de semana recente fornece bom exemplo disso: na tarde de sábado fotografei os membros de um escritório de advocacia; dali fui ao centro de convenções fotografar trabalhos que eu tinha ajudado a projetar; ao chegar em casa, reuni meus instrumentos e equipamentos e saí para tocar com minha banda, a Sky Blue, num conhecido café.

Na manhã seguinte minha igreja estava celebrando seu 50º aniversário. Cantei com o coral e tirei fotos. Depois compareci a uma apresentação de jazz promovida pela Heartland Steel Guitar Association, de que sou membro fundador e administrador. À tarde minha esposa e eu fomos a um concerto no Kauffman Center, onde trabalhamos como voluntários. 

Não faz muito tempo um amigo pediu meu conselho para encontrar um trabalho melhor. Francamente acho que não pude ajudá-lo muito porque nunca tive que procurar trabalho e não sei como fazê-lo. Sempre fiz o que gostava fazer, operando a partir do princípio de que se você é bom o bastante em alguma coisa, alguém vai pagar para que você faça isso. Caso contrário, você pode fazê-lo pelo simples prazer de curtir o que faz.

Atualmente vivo de fotografia. Da forma como vejo, se não estiver ganhando o suficiente, é porque minhas fotos não são suficientemente boas ou então, não as estou mostrando para muitas pessoas. Por isso gasto a maior parte do meu tempo aprendendo a ser um fotógrafo melhor e mostrando minhas fotos. 

Também ganho dinheiro como músico e vendendo os livros que escrevi. Em ambos os casos, para um desempenho melhor, preciso me aperfeiçoar, aprender a tocar melhor, escrever melhores canções e melhorar como escritor. 

Lucas 16.10-12 oferece um princípio básico para os negócios: “Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes. Pois, se vocês não forem honestos com as riquezas deste mundo, quem vai pôr vocês para tomar conta das riquezas verdadeiras? E, se não forem honestos com o que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?”  Em outras palavras, se você fizer o melhor com o que tem, terá a oportunidade de fazer mais. 

Experimentei uma vivência prática desse princípio há alguns anos. Queria um bom carro, mas não podia pagar por ele; por isso comprei o que cabia no meu orçamento. Em lugar de tratá-lo com descaso, cuidei dele como se fosse um ótimo carro. Eu o lavava e encerava todas as semanas. Comprei um livro sobre acessórios para carros e fiz o que pude para melhorar sua aparência. Certo dia um vendedor de carros me parou dizendo que me vira dirigindo o carro pela cidade e queria saber se estava à venda. Concordei em vendê-lo e, com o lucro que obtive, comprei o “bom carro” que sempre desejara. Tratar bem o meu velho carro valeu a pena e possibilitou a compra de um carro melhor. 

Esse princípio – ser fiel com o que você tem em mãos, para provar que é digno de que lhe confiem responsabilidade maior – se mostra verdadeiro em todas as áreas da vida. 

Meu conselho para o meu amigo que procurava emprego melhor foi bem simples: se eu quero um emprego melhor, devo fazer melhor o trabalho que tenho em mãos hoje. Isso é tudo o que sei. 

Próxima semana tem mais!


terça-feira, 24 de abril de 2012

Qual Sua Motivação Para o Trabalho?

Por Robert J. Tamasy

Pessoas trabalham por diferentes motivos, sendo o principal ganhar o sustento, colocar comida na mesa, um telhado sobre a cabeça, pagar contas e conquistar o estilo de vida que desejam. Sem dúvida, trabalho é meio de utilizar e investir habitualmente nosso tempo.

O trabalho também nos proporciona um senso de autoconfiança, a satisfação de sermos capazes de realizar coisas dignas, particularmente quando envolve tarefas que estamos especialmente habilitados a desempenhar.   Se você tem um trabalho que aprecia, está entre uma afortunada minoria de trabalhadores: um grupo bem feliz! Mas você já foi trabalhar ansiando por reconhecimento, esperando honras e recompensas que significassem que você era o melhor – ou um dos melhores – em sua empresa ou profissão?

Quando era editor de uma revista anualmente comparecia a uma conferência de editores. Todos os anos uma das noites era dedicada a um concurso onde eram julgados e premiados periódicos, escritores e editores de várias categorias. Vez ou outra nossa revista recebia prêmio e era gratificante. Mas você já pensou na transitoriedade de um reconhecimento dessa natureza, mesmo na mais prestigiada das competições? 

Por exemplo, você se lembra do nome dos jogadores tidos como os melhores nos últimos cinco campeonatos nacionais? Ou das equipes que ganharam as últimas cinco Copas do Mundo? E dos cinco ganhadores do Prêmio Nobel de economia, ciências ou outro campo de atividade? Qual o nome dos últimos cinco filmes a receberem o Oscar? 

Poderíamos pensar  em outros exemplos. Nós gostamos de reconhecimento. Ele nos proporciona afirmação e significado, faz com que nos sintamos valorizados. Prêmios e reconhecimento, porém, são passageiros, rapidamente são esquecidos. O aplauso esmorece, a sensação boa desaparece e todos vão em busca da mais nova “estrela”. Como o rei Salomão, escritor do livro de Eclesiastes declarou, “...Tudo havia sido ilusão; eu apenas havia corrido atrás do vento” (Eclesiastes 2.17). 

Isto significa que a busca pela excelência e realização pessoal é fútil, uma perda de tempo e esforço? A Bíblia nos diz que o esforço para realizarmos nosso melhor é importante, mas nossas motivações são ainda mais importantes. 

Platéia de um só. Pessoas, até mesmo nossos empregadores e colegas de trabalho, são inconstantes. Não podemos agradá-los o tempo todo. Sendo assim, precisamos nos assegurar de estar trabalhando pela aprovação da pessoa certa. “O que vocês fizerem, façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas... pois o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo”  (Colossenses 3:23-24). 

Aprovação de Deus. No mundo real, às vezes nosso melhor trabalho passa desapercebido ou é ignorado.  Mas a Bíblia nos assegura que Deus observa tudo o que fazemos para Ele e é rápido em recompensar-nos por um serviço devotado. “O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito’” (Mateus 25.21,23).

Reconhecimento duradouro. O problema com prêmios e honrarias é que eles perdem valor e brilho com o passar do tempo. O reconhecimento de Deus, todavia, jamais se desvanece ou perde valor. “E, quando o Grande Pastor aparecer, vocês receberão a coroa gloriosa, que nunca perde o seu brilho” (I Pedro 5.4). 

Próxima semana tem mais!


Aprendendo a Vigiar

"Vigiai e orai" Mt 26.41 

Por meio da oração travamos uma batalha espiritual e derrotamos o inimigo. Contudo precisamos estar atentos e vigilantes contra três grandes inimigos que roubam o nosso chamado e a qualidade do nosso relacionamento com Deus: a apostasia, a incredulidade e o ativismo.


1)  APOSTASIA: é o esfriamento espiritual e começa sutilmente com um sentimento de indiferença em relação a Deus e às coisas que são relacionadas a Deus. A Palavra já não se move mais no interior do coração da pessoa que deixa de se relacionar com a Palavra Profética.
Na apostasia, perde-se o foco e o desejo de lutar pelo que é nosso de direito, pelas nossas promessas. Já não se dá mais valor ao que é genuino, em nossa fé:  a presença  e participação nos cultos, a nossa Ceia, a nossa Comunhão com os irmãos, havendo desprezo pela palavra ministrada. Não se busca mais a direção do Espirito de Deus e da Palavra que sai do altar, não se ora mais, não se tem vontade de participar dos jejuns, eventos, campanhas da Igreja. A pessoa torna-se insensivel, alheia e desmotivada. "Quem dera fosses frio ou quente!Assim porque és morno e nem és quente e nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca" Ap 3.15-16. É o congelamento da fé!!!


2) INCREDULIDADE: Mata toda a possibilidade de vitória em nossa vida, mata o fruto, andamos como cegos, cheios de morte, pois o justo vive pela fé e sem fé é impossivel agradar a Deus. Ficamos sem vida e sem esperança. Quem é tomado pela incredulidade vai construindo uma barreira e as bençãos já não o alcançam, está distante de Deus e está se relacionando com demonios pois destrói o relacionamento com Deus. O principal objetivo de Satanás é destruir o relacionamento do homem com Deus através da negação de Deus, da falta de confiança em Deus e em sua Palavra, das dúvidas com relação ao amor de Deus por nós e pela atenção de Deus pelas nossas necessidades. A dúvida gera o medo, o medo tira nossa paz, e quem dá espaço para a incredulidade vive em constante deserto, e suas guerras não são do Senhor, ele vive um constante fracasso. Jesus não pode realizar mais milagres em Nazaré por causa da incredulidade do povo – Mt 13.53. A pessoa incrédula está em uma prisão mental e espiritual e precisa ser liberta em nome de Jesus, pois Ele tem para nós Salvação, Alegrias, Saúde, Prosperidade e Paz.


3) ATIVISMO: Se atirar frenéticamente na Obra de Deus e achar que a quantidade de trabalho expressa  qualidade de sua entrega a Deus e demonstração de fé. Entretanto, ter uma aparencia de estar engajado e que isto é o seu Chamado, muitas vezes , esconde uma obrigação, como se fosse um emprego com direito a competição ou  ficar sempre na defensiva ou  acusando os irmãos não tão ativos. Isto significa que a pessoa perdeu a essência, e perdeu o motivo verdadeiro de servir ao Senhor. O ativista faz a obra para si, e se não vê o reconhecimento por seu trabalho ou aprovação, a tendencia é se tornar rebelde, sentir-se injustiçado e ...afastar-se."

A Obra de Deus deve ser feita com interesse verdadeiro, gratidão a Deus e consciencia do Chamado. É preciso sentirmos leveza, liberdade, satisfação, alegria! Assim, fica  a certeza que Deus nos retribuirá pois nosso trabalho no Senhor não é vão!!!!!!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Noite De Bem Com a Vida em Botafogo!


Ambiente Ideal de Trabalho

Por Robert J. Tamasy

No mercado de trabalho falamos de “ergonomia”, o “estudo da relação entre trabalhadores e seu ambiente, especialmente no que se refere aos equipamentos que utilizam”. Tudo é levado em consideração, desde ruídos ao design das cadeiras, localização de computadores e análise do ambiente de trabalho. Porém, outro tipo de “ambiente” também merece atenção – o espaço onde as pessoas podem maximizar seus talentos, dons, experiências e paixões.

Quando eu era editor de um jornal de bairro, havia um membro do quadro de funcionários que era como o proverbial pino redondo que tenta se encaixar no buraco quadrado. Eu vou chamá-lo de Mary. Como a equipe editorial era pequena, nós a experimentamos em várias funções.

De início eu a designei para cobrir reuniões das diretorias e comissões escolares. Depois ela passou a escrever sobre atividades sociais e eventos femininos. Ela passou também por reportagens esportivas. Mary era disposta e trabalhava arduamente, mas nenhuma dessas funções parecia ideal para ela.

Finalmente, quando tive que demitir o fotógrafo de tempo integral, perguntei a Mary se ela gostaria de tentar essa função. Ela brilhou como uma lâmpada de 1.000 watts - encontrou seu nicho, trabalho que realizou com paixão. Tornou-se uma empregada feliz e realizada. Levou tempo, mas descobrimos o lugar a que ela pertencia em nossa equipe. Para mim foi recompensador ajudá-la a encontrar alegria no trabalho que desempenhava.

Uma das mais importantes responsabilidades de um líder é capacitar seus liderados a encontrar seu “ambiente”, a área de interesse e experiência na qual podem florescer. O antigo lema do exército americano era:  “Seja o que você pode ser!” A Bíblia reafirma a importância dessa função: 

Somos dotados de forma exclusiva. Não há dois indivíduos iguais, nem fisicamente nem em termos de habilidades, interesses e paixões: “Eu Te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável” (Salmos 139.14). 

Todos têm um propósito específico a cumprir. Deus determinou um propósito específico para cada um de nós. Como líderes, podemos auxiliar na busca desse propósito e capacitar as pessoas a cumpri-lo. “Antes de formá-lo no ventre Eu o escolhi; antes de você nascer, Eu o separei” (Jeremias 1.5). 

O líder extrai mais – e o melhor – de seus liderados. Jesus contou a “parábola dos talentos”, na qual um homem de negócios testou a capacidade de seus servos de gerenciar os interesses dele. De igual modo, os líderes são responsáveis pela propriedade e também pela utilização apropriada dos recursos humanos que administra. “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito” (Mateus 25.21).

O líder faz do cuidado com seus liderados sua prioridade. Se os liderados não estão florescendo, precisamos investigar o motivo. Podemos estar esperando que eles sejam como os pinos quadrados tentando se encaixar em buracos redondos. “Esforce-se para saber nem como as suas ovelhas estão, dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos” (Provérbios 27.23). 

Próxima semana tem mais!


sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Genuíno Vencedor

Por Rick Warren

Em todas as áreas da vida, seja no mundo dos esportes, no ambiente de trabalho ou em atividades recreativas, desfrutamos a experiência de um vencedor. Ganhar um contrato importante ou uma promoção merecida, receber um aumento de salário – tudo isso nos proporciona contentamento e realização como profissionais e empresários. Na condição de espectadores, também nos sentimos vencedores quando a equipe do nosso esporte favorito triunfa. Mesmo quando disputamos jogos em família, muitos se esforçam por serem ganhadores.

Mas o que realmente significa ser um vencedor ? Será que existe, para vencer, algo além de prevalecer sobre um competidor ou marcar mais pontos que o oponente? Eis alguns pensamentos sobre um verdadeiro vencedor: 

O vencedor respeita aqueles que são superiores a ele e tenta aprender com eles; o perdedor ressente-se dos que lhe são superiores e racionaliza suas conquistas.

O vencedor explica; o perdedor se justifica, apresenta desculpas.

O vencedor diz: “Nós devemos achar um jeito”; o perdedor diz: “Não tem jeito”.

O vencedor analisa o problema, buscando solução; o perdedor tenta rodear o problema, buscando evitá-lo por completo.

O vencedor diz: “Deveria ter um modo melhor de fazer isto”; o perdedor diz: “Este é o modo como sempre foi feito”. 

O vencedor demonstra seu arrependimento e busca reparar o que foi feito; o perdedor diz: “Sinto muito”, mas repete a mesma ofensa na próxima oportunidade.

O vencedor sabe pelo que deve lutar e com o que pode transigir; o perdedor transige com o que não deveria e luta por coisas que não valem a pena.

O vencedor trabalha mais duro do que o perdedor e tem mais tempo; o perdedor está sempre “ocupado demais” para fazer o que é necessário.

O vencedor não tem medo de perder; o perdedor secretamente tem medo de vencer.

O vencedor assume e honra seus compromissos; o perdedor faz promessas para depois ignorá-las. 

A Bíblia também apresenta pensamentos desafiadores sobre vencer e perder. Por exemplo, o apóstolo Paulo escreveu acerca da importância de se estar preparado para alcançar a vitória: “Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio” (I Coríntios 9.24). Em outra passagem, Jesus alertou sobre o risco de perder – mesmo quando se ganha: “Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8.36). 

Próxima semana tem mais!


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lidando Com a Tirania do Temor

Por Jim Lange

Numa reunião de grupos de liderança dos quais sou facilitador, certo mês nosso tema foi o temor e seu impacto sobre nós como líderes. Em nosso mundo atual existem incontáveis fatores que podem criar temor, desde contínuas incertezas econômicas, passando por imprevisíveis mudanças tecnológicas e até desastres naturais. 

Discutimos o fato de que existe o bom temor, como o temor a Deus, o temor que nos impede de saltar de um rochedo e o temor que nos faz buscar abrigo durante uma tempestade com raios. E existe o mau temor, que pode ter efeitos muito adversos em nós e na forma como vivemos na esfera pessoal quanto profissional. 

O mau temor pode alterar ou postergar decisões e impedir nossas ações. Pode estorvar nossa habilidade de liderar com coragem e determinação e causar estresse desnecessário. Pode nos paralisar mental e emocionalmente. Creio ser por essa razão que a Bíblia nos diz repetidas vezes, “Não temas”. Alguns exemplos do impacto negativo do temor sobre nós: 

O temor substitui a fé.

O temor pode destruir sonhos.

O temos pode roubar nossa alegria e bênçãos.

O temor pode frustrar vitórias.

O temor pode roubar recordações.

O temor pode nos levar a hesitar por causa da incredulidade.

Como parte de nossa discussão, membros de nosso grupo citaram versículos que descobriram ser úteis e lhes proporcionaram conforto quando se sentiram temerosos. Romanos 12.2 nos diz: “...Transformem-se pela renovação de sua mente”. Disse a eles que quando estamos vivendo em temor, uma forma de renovar nossa mente é meditar nas Escrituras. Eis aqui alguns dos versículos que foram mencionados: 

Experimentando o descanso de Deus: “A minha alma descansa somente em Deus; Dele vem a minha salvação. Somente Ele é a rocha que me salva; Ele é a minha torre segura! Jamais serei abalado! (Salmos 62.1-2).

Confiando no plano de Deus: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” (Romanos 8.28).

Confiando na direção de Deus: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6). 

Assegurando-se da provisão de Deus: "Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas as coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6.33).

Confiando na força de Deus: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa... Pois Eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e lhe diz: Não tema; Eu o ajudarei” (Isaías 41.10,13).

Libertando-se da ansiedade: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Filipenses 4.6-7).

Enfrentando com coragem a adversidade: “...Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” (Josué 1.9). 

Próxima semana tem mais!


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Um dólar de lucro

Por Robert J. Tamasy

A empresa de meu amigo Larry pertence a um ramo de negócio que foi devastado pelo turbilhão econômico dos últimos anos. No início de dezembro de 2009 projetava uma prejuízo de US$ 40,000 no ano. 

Frustrado e exausto, Larry reuniu sua equipe administrativa, sugerindo que dedicassem algum tempo à oração. Como todos na equipe partilhavam da mesma fé, eles concordaram. Já haviam feito tudo o que sabiam, mas os resultados ficaram muito abaixo de suas otimistas expectativas. Agora era o momento de se voltarem para Deus pedindo sabedoria e provisão. 

Larry não orou a Deus de forma elaborada, com ares de santidade. Com simplicidade e sinceridade ele pediu: “Senhor, um dólar, o Senhor pode nos dar pelo menos US$ 1.00 de lucro este ano? Nós precisamos da Sua ajuda”. Um mês mais tarde, Larry e sua equipe ficaram maravilhados ao reconhecer a provisão de Deus. Ao realizar o balanço do mês, o resultado apresentava US$ 21,000 de lucro, muito além do US$ 1.00 que Larry humildemente suplicara. E isso aconteceu de maneira que somente Deus poderia fazer.

Qual foi a última vez que você orou especificamente pelas necessidades de sua empresa ou do seu trabalho? Com frequência utilizamos a oração como o último recurso, como alternativa quando “tudo o mais falhou”. E Deus responde nessas ocasiões, como já experimentei pessoalmente e tenho observado acontecer na vida de empresários e profissionais que conheço. Mas não temos que esperar até que a situação fique medonha para orar. 

No Salmo 145.6-7, Davi, rei de Israel, proclamou a respeito de Deus: “Falarão dos Teus atos poderosos, e eu anunciarei a Tua grandeza. Falarão da Tua imensa bondade e cantarão com alegria a respeito da Tua fidelidade”.

Em outra parte do Antigo Testamento, Deus faz a promessa na qual Ele quer que Seus seguidores confiem, tanto pessoal quanto profissionalmente: “Se você Me chamar, Eu responderei e lhe contarei coisas misteriosas e maravilhosas que você não conhece” (Jeremias 33.3). E no Novo Testamento, como que para assegurar que Ele não mudou ao longo dos séculos, nos é dito que Ele “...Pode fazer muito mais do que nós pedimos ou até pensamos!” (Efésios 3.20).

Quando Larry e sua equipe se renderam naquele dia, o fizeram com fé simples e confiante, não tendo a menor ideia de que forma Deus responderia às suas orações. Larry tem proclamado a bondade de Deus desde então.

Quando líderes empresariais esboçam planos e estratégias, pensam em termos de recursos – pessoal, equipamento, treinamento, capital, base de clientes, linhas de crédito – mas raramente consideram o maior de todos os recursos: a bondade, fidelidade, amor, graça e misericórdia de Deus. Deus anseia Se tornar parte integrante do que fazemos diariamente no mercado de trabalho. 

Como Larry e sua equipe descobriram, Deus realmente está presente. Ele ouve nossas orações e quer demonstrar exatamente o que pode fazer, especialmente quando já se esgotaram todos os demais recursos. Com que necessidades, problemas ou questões você está lidando hoje e que precisam ser apresentados a Deus em oração?

Próxima semana tem mais!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Topo da Montanha

Por Robert J. Tamasy

Você já teve a experiência de se sentir no topo de uma montanha? Não me refiro a literalmente escalar uma montanha, embora isso possa ter o mesmo efeito, segundo ouço falar. Mas de um momento muito especial, quem sabe num cenário particularmente impressionante. Ou, talvez, um evento como uma conferência ou retiro, onde você ouviu preletores e líderes poderosos, altamente motivadores, que o inspiraram a fazer as coisas de forma diferente, melhor e com grande zelo.

Ao longo dos anos tenho vivenciado experiências desse tipo. Visitar a maravilha natural que é o Grand Canyon, com sua inimaginável grandeza, foi uma dessas ocasiões. Porém, geralmente meus momentos “topo de montanha” aconteceram durante conferências e reuniões profissionais ou espirituais. Nelas conheci pessoas maravilhosas e ouvi mensagens excelentes, que me desafiaram a ser melhor homem, marido, pai, profissional, escritor, editor, mentor e amigo.  

Algumas vezes minhas experiências incluíram o que eu chamo de “pico espiritual” - sentimentos de euforia, excitação e entusiasmo que me convenceram de que eu jamais seria o mesmo: “Vai ser diferente quando eu voltar para casa ou para o trabalho”, eu pensava. 

Existe apenas um problema: não podemos permanecer no topo da montanha! Precisamos retornar ao vale, de volta para onde prazos, exigências do trabalho, estresse financeiro, colegas, chefes e clientes não razoáveis nos esperam. Ás vezes, nessa volta ao “vale”, as pressões do cotidiano nos atingem com tanta força que rapidamente ficamos a pensar: “Sentia-me tão entusiasmado apenas há alguns dias. O que significou tudo aquilo?”

O que fazer quando deixamos para trás o topo da montanha e retornamos ao nosso enfadonho dia a dia? Como obter êxito em seguir em frente com a determinação de fazer as mudanças necessárias, quando a animação do momento no topo da montanha se desvanece? Sugiro que tenhamos em mente que não estamos sozinhos: 

Deus sempre está presente. Se você se convenceu de que mudanças eram necessárias, são boas as chances de que Deus estivesse falando com você por meio dos oradores e das mensagens. Lembre-se que você pode ter tido um encontro com Ele no topo da montanha e Ele também vai encontrar você no vale. Salmos 139.7-10 nos assegura: “Para onde poderia eu escapar do Teu Espírito? Para onde poderia fugir da Tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar nas extremidades do mar, mesmo ali a Tua mão direita me guiará e me susterá”. 

Seu cônjuge quer ajudar. Mesmo que seu cônjuge não compartilhe de seus talentos ou destreza, Deus tem uma maneira de usar o cônjuge como tábua de salvação, fonte de valiosas percepções e capaz de oferecer encorajamento e apoio. “Casas e riquezas herdam-se dos pais, mas a esposa (marido) prudente vem do Senhor” (Provérbios 19.14). 

Amigos confiáveis podem oferecer apoio. Uma de minhas paixões é mentorear – encontrar-me com outros homens e ajudá-los a abordar questões pessoais e profissionais, usando princípios bíblicos como guia. Podemos ter as melhores intenções, mas às vezes influências externas – ou nossa fraqueza interna – podem nos tirar do rumo. Um mentor, conselheiro ou amigo de confiança pode nos ajudar a levar adiante nossos compromissos ou oferecer conselhos sobre mudanças necessárias. Eles podem oferecer suporte e ser alguém a quem prestamos contas. “Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Provérbios 27.17). 

Próxima semana tem mais!