sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Preconceito religioso

Há cerca de um ano a imprensa noticia com destaque a chamada Operação Lava Jato, conduzida pela Justiça Federal e pelo Ministério Público. Como se sabe, trata-se de um hediondo conjunto de casos de corrupção que envolve funcionários, empresários, políticos e seus chamados “operadores”, tendo a Petrobras como principal vítima. A repetição das decisões judiciais e das operações policiais é exaustiva.

Esse noticiário incessante estigmatiza o Brasil de país essencialmente corrupto, com instituições displicentes, despreparadas, incompetentes e, talvez, coniventes. Para manter a atenção da população, parte da imprensa brasileira eleva o tom, o que lhe faz correr o risco de resvalar para a intolerância, a truculência e as insinuações.

A quem interessa generalizar de modo irresponsável nossas mazelas e infortúnios, lançando a classe política na vala comum, levando o povo a descrer de todos os seus líderes e até mesmo de se envergonhar de ser brasileiro?

Sou um político ficha limpa, mas não consigo me empolgar com a desgraça alheia, tampouco crescer subindo nas costas dos outros.

Essa máquina de moer reputações acaba de envolver a igreja Assembleia de Deus na Operação Lava Jato por ter, supostamente, recebido propina. Estamos diante, mais uma vez, de um primitivo sentimento antirreligioso contra evangélicos.

Entre as pessoas comprovadamente envolvidas nos crimes, há praticantes das mais diversas religiões, sem que isso –felizmente– tenha sido objeto de interesse. As igrejas que eles frequentam –felizmente– nunca foram objeto de interesse jornalístico.

No caso de um personagem evangélico, porém, foram publicados o nome e a fotografia da igreja, assim como a identidade de seus dirigentes. Repórteres fizeram plantão em frente a um local de culto.

O motivo alegado para tal ato: a conta dessa igreja recebeu dinheiro de uma empresa investigada no escândalo. Alto lá! A doação é de 2012 e à época ninguém cogitava os escândalos apurados pela Operação Lava Jato. Mas não importa que ninguém soubesse que a oferta poderia ter relação com algum crime.

A própria informação, aliás, é inverossímil: por que alguém tentaria “lavar” dinheiro por meio de uma igreja que não contrata consultorias, palestras e serviços afins? Como se daria essa triangulação?

As doações foram feitas em 31 de agosto de 2012. Teriam sido usadas para a compra de votos em favor de um deputado. Naquele ano, porém, o deputado não disputou eleição alguma. A igreja não sabia que o doador poderia estar envolvido em negócios escusos nem recebeu recursos em troca de apoio eleitoral.

O último Censo do IBGE, de 2010, mostrou que Assembleia de Deus tinha naquele ano 12 milhões de membros espalhados pelo território brasileiro. São dezenas de milhares de templos e centenas de milhares de pastores, diáconos e obreiros. Não é justo atingi-los, na figura de seus líderes. Nenhum deles sabia nada sobre o preço de navios-sonda coreanos superfaturados encomendados pela Petrobras.

Acusações apressadas e descabidas se tornam avalanche de infâmia e calúnia, detratando a honra de inocentes e estraçalhando o mais sagrado dos direitos, o respeito à dignidade da pessoa humana.

MARCELO CRIVELLA, 57, bispo licenciado da igreja Universal do Reino de Deus, é senador pelo PRB-RJ. Foi ministro da Pesca e Aquicultura (governo Dilma)

Fonte: Folha de São Paulo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Homenagem de Aniversário Bispa Suami Lafayett - Agosto de 2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

9 atitudes dos chefes que fazem bons funcionários pedirem demissão

Segundo especialista, profissional deixa seu chefe e não o trabalho. Gestor deve reconhecer resultados e ajudar no desenvolvimento.

É muito comum ouvir chefes ou gerentes reclamando sobre seus melhores funcionários terem pedido demissão. Eles não conseguem entender como profissionais com grande talento "pedem para sair". Já dentro da empresa, poucas coisas causam tanto custo e acabam com o andamento de projetos como pedidos de demissão.

Segundo Travis Bradberry, coautor do livro "Emotional Intelligente 2.0" e confundador do TalentSmart, em artigo publicado no site de carreiras norte-americano Business Insider, os gerentes tendem a atribuir o grande volume de saídas a problemas esporádicos e fogem do real motivo: as pessoas não deixam seus postos de trabalho, elas deixam seus chefes.

O triste é que isso poderia ser facilmente evitado com uma nova perspectiva e uma esforço extra por parte dos gestores.

»» Veja abaixo 9 atitudes dos chefes que fazem ótimos funcionários pedirem demissão:

1) Eles sobrecarregam as pessoas.

Nada faz mais funcionários irem embora que excesso de trabalho. É tão tentador fazer as pessoas trabalharem mais que os gerentes frequentemente caem nessa armadilha.

Excesso de trabalho faz com que os funcionários sintam-se punidos por terem uma boa performance, ou seja, quanto mais entregam mais terão que entregar no futuro. Dessa forma, a sobrecarga também é contraproducente.

Uma nova pesquisa da Universidade de Stanford mostrou que a produtividade por hora diminui drasticamente quando a semana de trabalho é superior a 50 horas e que ela cai ainda mais quando a jornada passa de 55 horas de trabalho.

Quem deseja aumentar a carga de trabalho de seus bons funcionários também deve aumentar o status. Funcionários talentosos assumem uma carga de trabalho maior, mas eles não vão ficar se isso os sufocar durante o processo. Aumentos, promoções e títulos são formas aceitáveis para aumentar a carga de trabalho.

Os chefes que simplesmente aumentam a carga de trabalho porque as pessoas são talentosas, sem oferecer nada, vão ter que repensar sua estratégia para não perder colaboradores.

2) Eles não reconhecem contribuições e não recompensam o bom trabalho.

É fácil subestimar o poder do tapinha nas costas, especialmente com profissionais de grande desempenho, que são intrinsicamente motivados. Todo mundo gosta de elogios, especialmente quem trabalha duro e dá tudo de si.

Os chefes precisam se comunicar com seus funcionários para saber o que faz eles se sentirem bem. Para alguns é um aumento, para outros é um reconhecimento público, por exemplo. Dessa forma, será possível recompensá-los e manter uma alta performance na empresa.

3) Eles não ligam para seus funcionários.

A maioria dos profissionais deixa seu emprego por causa da relação com seu chefe. Algumas empresas inteligentes buscam ter certeza de que os gerentes conseguem manter o equilíbrio entre ser humano e profissional.

Esses são os chefes que celebram o sucesso do funcionário, tem empatia por aqueles que passam por tempos difíceis e desafiam as pessoas, mesmo quando isso dói. Chefes que não se preocupam de verdade sempre terão altas taxas de rotatividade. É impossível trabalhar para alguém mais de 8h por dia quando não se está verdadeiramente envolvido e quando a pessoa não se importa com nada além de seu rendimento e produção.

4) Eles não honram seus compromissos.

Fazer promessas para pessoas cria uma situação em que o profissional pode ficar extremamente feliz ou ele pode simplesmente deixar o emprego. Quando o gestor mantém um compromisso, ele faz com que seus funcionários o vejam como confiável e honesto. Mas quando esse compromisso é ignorado, ele é visto como indiferente e desrespeitoso.

Afinal, se o chefe não honra seus compromissos, por que todos os outros deveriam?

5) Eles contratam e promovem as pessoas erradas.

Quando os chefes não fazem seu trabalho de contratar bons profissionais, eles acabam desmotivando os que já atuam na empresa.

Promover as pessoas erradas é ainda pior. Quando o profissional trabalha duro para ser promovido e ele é preterido por alguém que não teve o mesmo desempenho, isso se torna um insulto enorme. Com condutas assim, o número de bons profissionais a ir embora tende a aumentar.

6) Eles não deixam as pessoas perseguirem suas paixões.

Funcionários talentosos são apaixonados. Dar oportunidade para que eles alcancem suas paixões aumenta a satisfação e a produtividade no trabalho. Mas muitos chefes querem que as pessoas trabalhem "fechadas em uma pequena caixa". Esses chefes temem que a produtividade diminua quando seus funcionários aumentam seu foco e buscam suas paixões.

Esse medo é infundado. Estudos mostram que pessoas que são capazes de buscar suas paixões e manter o fluxo de trabalho ficam em um estado eufórico e podem ser até cinco vezes mais produtivas que o normal.

7) Eles não conseguem desenvolver as habilidades das pessoas.

Quando os chefes são questionados quanto a sua falta de atenção com seus funcionários, eles tentam fugir da culpa usando palavras como confiança, autonomia e empoderamento. Bons chefes gerenciam, não importa o tamanho do talento do empregado. Eles prestam atenção, são ouvidos e dão feedback.

O gerenciamento deve ter um início, mas não um fim. Quando o gestor tem um funcionário talentoso, ele deve encontrar áreas em que o profissional pode expandir seu conjunto de habilidades. Os funcionários mais talentosos querem um feedback, mais até que os menos talentosos, e é trabalho do chefe manter isso. Caso contrário, ele pode ficar entediado e complacente.

8) Eles não conseguem englobar a criatividade.

Os funcionários mais talentosos procuram melhorar tudo o que tocam. Se o gestor tirar essa capacidade de mudança porque ele quer manter a atual situação, vai fazer com que seus funcionários odeiem o trabalho. Enjaular o desejo de mudança cria limites para os profissionais e também limita o gestor.

9) Eles não desafiam as pessoas intelectualmente.

Grandes chefes devem desafiar seus funcionários a realizar coisas que parecem inconcebíveis, inicialmente. Em vez de definir metas tradicionais, eles podem definir metas elevadas, que empurram as pessoas para fora de sua zona de confronto.

Bons gestores fazem tudo o que está a seu alcance para ajudar seu funcionário a ter sucesso. Quando pessoas talentosas se encontram fazendo alguma coisa fácil ou chata, eles procuram outros trabalhos que vão desafiar sua inteligência.

Os chefes que desejam que seus melhores funcionários continuem na empresa devem pensar claramente em como eles estão sendo tratados. Enquanto os bons funcionários trabalham duro, seu talento oferece diversas opções. O gestor precisa que os profissionais queiram trabalhar para ele.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Uma Oração Pessoal

No ano de 2.000 li o poderoso livro do Dr. Bruce Wilkinson, "A Oração de Jabez", e que impactou a forma como passei a orar desde então. Baseia-se sobre Jabez, um homem não mencionado em nenhum outro lugar na Bíblia senão em 1Crônicas 4.9-10, e que orou: “...Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!” 

Em 60 palavras, a passagem descreve o nascimento de Jabez, sua oração e Deus lhe assegurando o que ele pediu. Depois de ler o livro, geralmente termino minhas orações matinais com uma versão customizada, com as seguintes partes: 

“Senhor, abençoa-me além das minhas expectativas”. Sei que minhas expectativas são menores do que aquilo que Deus planejou para mim. Certamente nenhum de nós sabe o que tem pela frente durante o dia. Deus tem me abençoado ao longo dos anos, mas muitas bênçãos não pareciam agradáveis no momento, porque assumiam a forma de provas e aflições.  Entretanto, com o tempo, pude ver como Deus estava orquestrando os acontecimentos para me fortalecer e para o que Ele tinha planejado para mim. Aprendi a confiar Nele em todas as coisas e Ele jamais falhou para comigo. 

“Senhor, alarga minhas fronteiras, minha área de influência”. Quando comecei a orar não fazia a menor ideia do que Deus tinha planejado. Achava que esta parte da oração não tinha nada a ver com a minha carreira na área de seguros. Com o passar do tempo concluí que tinha a ver com ser influente na vida de outras pessoas, mas limitado à minha comunidade. Hoje vejo como Ele fez com que alguns dos meus escritos percorressem o mundo através da Internet sem que tivesse feito alguma coisa.

“Pai, que seja constantemente comigo a Tua mão”. Para mim, esta é a parte mais direta da oração. Deus jamais me abandonará, mas eu quero que Ele saiba que eu não tenho a menor vontade de deixa-lo. Preciso Dele para ajudar-me a passar pelos profundos desapontamentos que enfrento com as incertezas da vida. Ele é minha Força, minha Fortaleza, minha Rocha e minha Salvação. 

“Me preserva do mal, de modo que não me sobrevenha aflição.” Imagino que Jabez orou para que Deus o guardasse do mal e para que ele não sofresse nem causasse aflição na vida de outras pessoas e na sua própria vida. O mal está à nossa volta. Grande parte do mal no mundo tem sido disfarçada para não ter a aparência ou o paladar de coisa má. Oswald Chambers nos lembra que Deus quer e merece nosso melhor, nada menos.

Resumindo, Ele tem respondido minha oração e estou certo que responderá a sua também. Ofereça uma oração simples e humilde. Você receberá do Deus Todo-Poderoso maravilhosas bênçãos, além do que poderia imaginar. 

Por Jim Langley

Próxima semana tem mais!


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

POR QUE CÃES FICAM FELIZES QUANDO NÓS VOLTAMOS PARA CASA?

Para entender o comportamento dos cachorros, precisamos entender que eles são descendentes de lobos (ou, pelo menos, possuem um ancestral comum).

As duas espécies foram separadas há cerca de 10.000 a 15.000 anos, então quaisquer inferências sobre suas semelhanças são pura especulação. Ainda assim, pesquisadores creem que os cães são categoricamente diferentes em virtude do fato de que seus antepassados buscaram ativamente a companhia de seres humanos.

O neurocientista Gregory Berns afirma que há uma diferença fundamental entre lobos modernos e aqueles que viveram há muito tempo. De acordo com ele, os ancestrais que passaram a conviver em torno de seres humanos tinham que ter sido os mais sociais dos lobos. Estes eventualmente evoluíram e se tornaram cães fofinhos, como a gente conhece hoje.

O restante da população loba estava entre os mais antissociais desses animais, e não queria ter nada a ver com os seres humanos.

Dito isto, no entanto, Berns confirma que podemos ver claramente comportamentos em lobos que são semelhantes aos expressos pelos cães.

Por exemplo: lobos cumprimentam uns aos outros por lamber os rostos. Para estes animais, o comportamento não só é importante socialmente, como é também uma forma de verificar e determinar o que os outros lobos trouxeram para casa em termos de alimentos.

Cães selvagens se comportam de maneira semelhante.

Sociabilidade

A grande mudança em termos de sociabilidade adaptativa tem sido a capacidade de cães domesticados de interagir com os seres humanos usando nossos próprios sinais de comunicação, tais como olhares e gestos.

A especialista em cachorros Jessica Hekman tem estudado comportamentos de cumprimento de lobos. De acordo com ela, alguns dos comportamentos específicos dos lobos se assemelham com comportamentos de cães, mas são muito mais ritualizados. Ela testemunhou um estudo comportamental em que lobos que se conheciam bem tinham sido separados por alguns dias e colocados juntos de volta. Os rituais de saudação foram fascinantes, com lobos de abaixando e lambendo o queixo dos subordinados.

Nós podemos ver estes comportamentos em cães, mas, mais esporadicamente, sem tanta intensidade.

Ao mesmo tempo, os cães exibem comportamentos que são marcadamente diferentes dos lobos.

Como Hekman explicou, uma das diferenças mais dramáticas entre cães e lobos é a capacidade dos cães de aceitar novidade. Simplificando, os cães são menos medrosos do que os lobos.

Como é que é?

Isso pode soar um pouco estranho, especialmente porque um lobo parece muito mais fatal. Mas é aí que reside a diferença: lobos podem optar por medidas proativas para se protegerem, usando os dentes. Já os cães são muito menos propensos a fazer isso.

Na verdade, dada a sua ascendência, é notável que os cães se deem tão bem com os seres humanos. Como Berns aponta, a sociabilidade acabou por ser uma adaptação bastante poderosa, que tem funcionado muito melhor para os cães do que para os lobos.

É só olhar para ver

Existem muitos mais cachorros no mundo do que lobos. Ou seja, os cães provaram ter uma estratégia evolutiva altamente eficaz. Há na ordem de dezenas de milhões de cães em todo o mundo, por isso, em muitos aspectos, eles têm evoluído “melhor” do que os lobos.

Como os cães veem os humanos

Um aspecto fundamental da pesquisa de Berns é estudar como os cães nos veem. Nós, seres humanos, sabemos que os cães são uma espécie separada, mas os cães também estão cientes desta diferença? Ou será que eles nos veem como seus semelhantes, ou como algum tipo de cão estranho?

Segundo Berns, os cães que são apresentados com determinados cheiros em scanners podem claramente dizer a diferença entre outros cães e seres humanos, e também discernem e reconhecem odores familiares e estranhos. Em particular, o cheiro de um ser humano familiar evoca uma resposta de recompensa no cérebro dos cães.

Nenhum outro cheiro faz isso, nem mesmo o de um outro cachorro que eles conheçam.

Isso significa que eles sabem que nós somos diferentes, e há um lugar especial no cérebro deles só para nós.

Amor racional?

Berns salienta que os cachorros são afeiçoados a seus donos não apenas por motivos de alimentação. Eles amam a companhia de seres humanos para seu próprio bem.

Tão feliz em ver você

Praticamente todos os especialistas concordam que os cães sentem uma felicidade que é comparável a que os seres humanos sentem.

Cães obviamente não têm as mesmas capacidades linguísticas, e que não são capazes de representar as coisas que pensam como nós. Como os cães não entendem nomes de pessoas, os pesquisadores suspeitam que eles têm uma resposta emocional ainda mais pura. E suas mentes são preenchidas com todos os tipos de conceitos abstratos.

Também é importante considerar o grau de apego. As saudações particulares de um cão são dependentes de vários fatores, tais como seu temperamento, a personalidade do proprietário, a natureza de seu relacionamento, o nível de estresse e ansiedade, e a tendência/capacidade do cão para o autocontrole.

Mas por que TÃO FELIZES?

O nível exagerado de saudação que pode ser observado em alguns cães é provavelmente devido ao fato de que eles ainda não aprenderam a aceitar a possibilidade da separação não voluntária de seus donos. Os cães provavelmente tiveram um dia muito chato longe de seus proprietários, o que pode ser especialmente desagradável para um animal social.

Então, além de ficarem felizes em nos ver, eles provavelmente estão sentindo algum alívio de que alguma coisa interessante vai acontecer, como ir para uma caminhada, ou ter alguém por perto.

Como cumprimentar seu cão de volta

É óbvio que é importante responder ao seu cão quando você chega em casa, mas, de acordo com Marcello Siniscalchi, um médico veterinário da Universidade de Bari, como você deve reagir dependerá do contexto da situação e as necessidades do próprio cão.

Segundo ele, alguns cães precisam ser recebidos. Já com outros, é melhor evitar qualquer escalada no nível de excitação. Outros ainda precisam aprender estratégias para lidar com o estresse associado ao desapego.

Autor: Gabriela Mateos

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Riscos de Naufrágio

Enquanto ouvia o líder de uma conceituada Escola de doutoramento, de repente me dei conta de que ele poderia estar falando diretamente comigo! A audiência era composta por centenas de homens e mulheres prestes a enfrentar o mundo com seus títulos de doutoramento e mestrado. Aqui estão os cinco "riscos de naufrágio” que esse líder compartilhou: 

1. Autoritarismo. Trata-se da atitude de, “Eu sou o chefe”, que o leva a tornar-se ditatorial, inflexível e ultradogmático. Na qualidade de  líder servidor, sirva aos outros e não a si próprio. Motivar não é o mesmo que manipular. Não permita que seu ego atrapalhe a eficiência do “vamos”.

2. Exclusividade. Acautele-se contra a mentalidade do, “Somente eu estou certo”. Cuidado com grupos fechados e com “panelinhas”. Você precisa dos outros muito mais do que eles de você!

3. Sensualidade. Pureza moral é um imperativo absoluto. Recuse-se a fazer concessões. Não brinque com relaxamento sexual. Não ria da luxúria nem flerte com a infidelidade. Eis algumas regras simples, embora difíceis: 

·         Mantenhamos seus pensamentos distantes das coisas carnais.

·         Mantenha seus olhos distantes das coisas carnais.

·         Mantenha suas mãos distantes do sexo oposto.

·         Mantenha suas fantasias sob rédeas curtas.

4. Irresponsabilidade. Não somos livres para agir como Guarda Florestal Solitário. Permaneça ligado a pessoas honestas e de confiança. Mantenha contato estreito com elas. Estimule seus comentários e respeite suas observações. Não lute contra a crítica construtiva, nem resista ao conselho dos que realmente se importam com você. 

5. Racionalização. É algo extremamente insidioso que pode acontecer sem que você se dê conta. Errado é errado. Jamais tente justificar o erro, seja com você ou com outros. Atitudes impróprias não podem ser justificadas ou ignoradas. Acautele-se contra a distorção das Escrituras Sagradas para adequá-las a um estilo de vida transigente. 

Seja cuidadoso e vigilante contra os ataques de satanás, nosso grande inimigo: “Ele (satanás) anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar. Permaneça firme quando ele atacar. Confie no Senhor, e lembre que outros homens em outras partes do mundo também estão sofrendo” (1Pedro 5.8-9).

Por Robert D. Foster

Próxima semana tem mais!


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O Desafio de Reter Clientes

Um artigo na "Harvard Business Review" declarou que, em média, uma empresa perde 50% de seus clientes a cada cinco anos, geralmente por causa da deficiência em seus serviços ao cliente. Já que tanto o sucesso quanto a sobrevivência da maioria dos negócios são atribuídos ao crescimento do lucro líquido anual, estar constantemente prospectando novos clientes é crítico, a menos que algo mais seja feito para preservar os já existentes. 

A maioria dos líderes das organizações, com e sem fins lucrativos, entendem que o custo de preservar um cliente já existente é muito menor que o necessário para conquistar novos. Contudo, esta realidade é frequentemente negligenciada, e os clientes já conquistados são mal servidos. Muitos líderes sequer têm estatísticas ou conhecimento específico sobre o número de clientes que deixam de fazer negócios com eles no decurso de um ano. 

O chamado “cold calling” (N.T. tipo de telemarketing mais direcionado) é certamente uma maneira de fazer negócios e aumentar a base de clientes, mas é um trabalho difícil, que requer grandes doses de paciência e persistência. E mesmo assim, a taxa percentual para atração de novos clientes é baixa. Portanto, faz todo o sentido dedicar atenção primeiramente aos clientes atuais, certificando-se de que eles sabem o quanto são valorizados e apreciados. 

A pergunta é: como fazer isto de forma eficiente? Um versículo do Antigo Testamento na Bíblia, Provérbios 27.23, sugere um bom ponto de partida: “Esforce-se para saber bem como suas ovelhas estão, dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos.”  Imagine um pastor a quem foi atribuída a responsabilidade de cuidar, alimentar e proteger um rebanho de ovelhas. Ele as examinaria de perto, buscando por sinais de necessidades que não foram supridas ou de desconforto diante de perigos. Tendo essa imagem em mente, considere-se como um “pastor” para seus clientes.

Como você faria isso? Para começar, se você ainda não está fazendo isso, comece por rastrear o número de clientes que você está perdendo todos os anos. Isso deverá motivá-lo a descobrir formas de preservá-los. Pergunte-lhes por que decidiram não mais fazer negócios com você. 

Você poderia fazer pesquisas breves e aleatórias com clientes, pedindo-lhes para descrever sua experiência de negócios com você: o que gostaram, o que (se for o caso) não gostaram, o que poderia ser melhorado. Se receber uma queixa de um cliente, faça o possível para resolver o problema. Depois, faça um acompanhamento para saber se aquilo que você fez foi satisfatório.

A chamada “Regra de Ouro” serve como excelente diretriz: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mateus 7.12). Jesus também disse: “Ame o seu próximo como a si mesmo” (Marcos 12.31). Com isso em mente, pense no cliente como “seu próximo”. Se os papéis se invertessem, e você fosse seu próprio cliente, como gostaria de ser tratado? Como esperaria ser tratado? Se você fosse seu cliente, alguma de suas atuais práticas de negócios seria inaceitável? 

Não quero dizer que não devemos continuar buscando novos clientes. Alguns dos clientes atuais vão nos deixar, não importa o que façamos ou quão bem os sirvamos. Porém, prestar atenção às condições de nossas "ovelhas" é uma maneira de assegurar um futuro estável para nossa empresa. 

Por Rick Boxx

Próxima semana tem mais!

DENUNCIANDO OS LADRÕES DA NOSSA ALEGRIA

“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. – Fp 4.4”

Você é feliz? É possível alguém ser feliz neste mundo de tragédias, fome, guerras, violência, assaltos, arrombamentos, estupros, seqüestro, delinqüência, 20 milhões de crianças abandonadas, 4 milhões de abortos por ano, doença, AIDS, acidentes e mortes?

Me recordo quando era adolescente de um hino do “Cantai ao Senhor” que dizia assim “Sou feliz com Jesus…” Cantei muito esse hino, mas não entendia que existia uma diferença entre ser feliz e estar feliz. Ser indica a essência, enquanto estar é uma condição passageira.

O apóstolo Paulo nos ensina em Fp 4.4 que ser feliz:

1) É ordem = ALEGRAI-VOS; 
2) É para todos os salvos = ALEGRAI-VOS; 
3) É ultracircunstancial = SEMPRE; 
4) Não é situacional = NO SENHOR.

E ~e na carta aos Filipenses que Paulo nos faz enxergar o perigo de sermos roubados na nossa felicidade. Quais são “OS LADRÕES DA NOSSA ALEGRIA”?:

I. O LADRÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS – Capítulo 1

Você sonhou com um lar feliz. Você acariciou seu filho – hoje ele é rebelde, está nas drogas… Um acidente, uma enfermidade, um divórcio, um pai que abandonou, reprovação no vestibular, empresa faliu, desempregado, traído pelo cônjuge, namoro acabou, noivado rompido…

Vejamos alguns personagens bíblicos:

Paulo – sua história de sofrimento – Da conversão à morte.

Jó – perdeu bens – filhos – saúde – sobrou-lhe apenas uma esposa que não conhecia a Deus e amigos que o condenavam .

Davi – perseguição de Saul. Ziclague saqueada.

Jeremias – prisão.

Entretanto, nenhum deles foram desamparados pelo Senhor. Não deixe que as circunstancias do teu dia-a-dia roubem a tua alegria! Deus é contigo em todo o tempo!

II. O LADRÃO DAS PESSOAS – Capítulo 2

Mágoas, feridas, humilhação, surra, abuso sexual, perseguição, injustiça, calúnia = todas essas situações são causadas por pessoas que podem estar à nossa volta.

Como vencer esse ladrão? Através do processo do perdão: Acautelai-vos + confronte + não é silêncio nem dar tempo.

Falta de perdão me leva a ficar preso! verdugo – 10.000 talentos X 100 denários

Doenças hamartiagênicas – Confessai os vossos pecados (Sl 32 e 38)

III. O LADRÃO DAS COISAS – Capítulo 3

Sociedade materialista, consumista = Ama mais o carro que o irmão

Ter X Ser = Hoje as pessoas compram o que não precisam, com o dinheiro que não têm, para impressionar pessoas que não conhecem.

Só se preocupam com as coisas terrenas – Só a terra. Só dinheiro, bens, negócios, futebol.

Seu deus é o ventre = viver para comer = corpo = cosméticos

Salomão = Ec 2 = bebida + riqueza + sexo + fama

Deixa de entregar o dízimo = quebra de maldição só com obediência.

IV. LADRÃO DA ANSIEDADE – Capítulo 4

Os divãs estão lotados, os psicanalistas estão com a agenda cheia. Existem muitas pessoas roendo as unhas, com os nervos à flor da pele. Gente estressada.

Preocupação quanto ao passado = Gente que não se liberta do passado = traumas + feridas + falta de perdão – Fp 2.13 ESQUEÇO-ME…

Preocupação quanto ao futuro = Emprego, estudo, casamento, filhos, saúde, finanças, dívidas. ANSIEDADE = o mal do século – Gente que não vive o hoje, porque está ansioso quanto ao amanhã.

Remédio para a preocupação: 1) Orar corretamente – v. 7; 2) Pensar corretamente – v. 8; 3) Agir corretamente – v. 9.

CONCLUSÃO

Vamos prender esses ladrões da alegria. Vamos algemá-los. Vamos viver livres, seguros e alegres no Senhor. ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR, OUTRA VEZ DIGO, ALEGRAI-VOS!