sábado, 31 de dezembro de 2011

Insulfilm…

Negads

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A EMOÇÃO DO NATAL!

Sueli Barão Rocha de Souza

Quando eu era criança, ficava muito animada com a aproximação do Natal. Eu e meus irmãos ficávamos ansiosos esperando pela hora em que mamãe cortaria um pinheirinho do quintal e o encheria de bolas e enfeites com a nossa ajuda. Lutávamos com dificuldade para sobreviver, mas ela sempre reservava um dinheirinho, guardado com sacrifício, para nos dar essa alegria. Depois de enfeitar a árvore¸ ficávamos encantados contemplando aquela maravilha colorida que alimentava nossos sonhos de criança. Sabíamos que logo toda a família estaria reunida na casa de vovó que aguardava a filharada com uma mesa farta das mais deliciosas guloseimas.

Tudo era festa. Os primos de longe chegavam abarrotados de presentes. Brincávamos o dia inteiro na véspera e, à noite, competíamos para ver quem aguentaria ficar acordado para a Ceia, à meia-noite. Era uma guerra contra o sono que logo nos vencia pelo cansaço. Mas, no outro dia, todos contavam vitória: “Eu vi o Natal chegar. Foi assim...” Naquela época, o Natal tinha para mim um tom mágico que eu não conseguia explicar, só sentir. Passamos muitos natais juntos até a partida de vovó.

Crescemos, constituímos nossas próprias famílias e começamos um novo ciclo de vida e de Natal. Ainda continuo armando a árvore de Natal com meus filhos, assim como mamãe fazia conosco. Mas hoje em dia o Natal tem um novo significado para mim. Fico emocionada ao pensar na bela e simples história do Natal. Numa noite silenciosa, um coro muito especial de anjos cantou: “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra e boa vontade entre os homens” para anunciar aos pastores o nascimento de Jesus. Maravilhados, os pastores correram até Belém e encontraram Maria, José e o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura. Depois disso, três reis magos vindos do Oriente seguiram uma estrela que os conduziu até Belém. Chegando lá, ajoelharam-se aos pés do Salvador e depositaram seus preciosos presentes: ouro, incenso e mirra. Por isso o Natal me emociona. Natal é Deus enviando o Seu maravilhoso presente para nós – Jesus, o Messias, Emanuel, Deus conosco. Ele é a mais pura e bela emoção do Natal!

Cinco dicas para administrar o tempo no final de ano!

Organize seu tempo para que as tarefas não se acumulem e sejam deixadas para 2012 - Por  Camila Lam


As tarefas classificadas como urgentes devem ser realizadas imediatamente… Com a chegada das festas de final de ano e os recessos, é preciso muita disciplina para não se atrapalhar com os eventos e tarefas que surgem de última hora. E isso, sem deixar de lado as atividades que fazem parte da sua rotina.


Na contagem regressiva para o Natal e o Ano Novo, se desesperar não é a solução. Confira abaixo cinco dicas do especialista em gestão do tempo, Christian Barbosa:


1 Faça uma lista
Anote todas as demandas que você ainda precisa realizar. “É preciso saber exatamente o quão atrasado o profissional está”, ensina Barbosa. A lista pode ser dividida em duas colunas. Escreva as atividades relacionadas ao trabalho em uma coluna e na outra, comprar presentes para familiares, por exemplo.

2 Classifique as demandas
Decida quais atividades são urgentes, importantes ou  circunstancio-sas. Na lista das urgentes entram aquelas tarefas que devem ser feitas imediatamente. Em seguida, as importantes, que vão trazer resultado, mas podem esperar. Aquela tarefa que não vai interferir em nenhuma outra deve ficar no final da lista.

3 Calcule o tempo necessário para riscar um item da lista
O terceiro passo é tentar prever quanto tempo leva para que cada atividade seja realizada. Meia hora ou dois dias? Anote. Ao fim, calcule quantas horas serão necessárias para riscar todos os itens da lista.


4 Distribua as atividades no seu dia a dia
“É o único período que eu recomendo para que o profissional chegue mais cedo ou saia um pouco mais tarde”, afirma Barbosa. Você chegou ao número de 40h de tarefas acumuladas, por exemplo, se
distribuir 4h para cada dia da semana, em duas semanas as pendências estarão resolvidas.

5 Refaça a lista se necessário
Aquela tarefa que você achou que demoraria uma hora para resolver se transformou em outras várias tarefas? Coloque todas as atividades no papel, classifique, calcule e distribua todas novamente.

Fonte: Matéria publicada no Portal Exame – Edição Dezembro de 2011.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Comprovante de Pagamento

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DISCUTINDO A RELAÇÃO EM MEIO ÀS FESTAS…

Querido Panetone,


Eu te amo, mas não podemos viver assim: eu cortando você em pedaços e você me engordando sem parar.
Quando o amor deixa o casal infeliz, é hora de parar. Amor não é sofrimento.
Apesar da sua massa macia e suave, tem aquelas frutinhas cristalizadas de toda relação.
Acredite, vai ser melhor pra nós dois. Você fica com sua integridade, e eu com minha cintura.
Continuarei olhando você com ternura e desejo, mas sabendo que já não nos pertencemos mais.
Adeus, Panetone.
Foi doce, foi bom, mas deixou marcas que agora a blusa comprida precisa encobrir.....
Adeus...

Resposta do Panetone:

Querida,

Primeiramente quero dizer que o que engorda não é o que te delicia entre o Natal e o Ano Novo, mas tudo o que você come entre o Ano Novo e o Natal; portanto, reveja seus fundamentos.
Sei da sua admiração por mim e que sua decisão de me deixar está muito mais ligada à sua incapacidade de administrar seu peso do que a qualquer insatisfação comigo.
Sinto pela separação, mas ainda vamos nos encontrar. Assim como minha massa é mole, a carne é fraca. Você ainda vai ter uma recaída. Não encare isto como uma praga, mas sabedoria de quem entende muito de tentações.
Acho que você está carente. Se eu tivesse bracinhos, dar-lhe-ia um abraço.
Por enquanto, do seu sempre,
Panetone

Filme de Terror…

Terror

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A MANJEDOURA E O CORAÇÃO

Olhando para a manjedoura,
Vejo a realidade constrangedora
Do Filho de Deus ali deitado.
Cristo era o redentor prometido,
O resgate divino oferecido,
Mas ali estava sozinho e rejeitado.

Olhando aquela triste manjedoura,

Ressalta a realidade avassaladora:
É o retrato nítido do nosso coração.
Da mesma forma quando veio ao mundo,
Ainda hoje recebe o desprezo profundo:
É notória a sua pública rejeição!

A manjedoura era um lugar frio;

O coração, um lugar sombrio.

A manjedoura era desconfortável;

O coração um lugar pouco amigável.

A manjedoura continha muita sujeira;

O coração é uma completa lixeira;
A manjedoura ficava fora, distante;
O coração é enganoso e relutante.

A manjedoura não tinha valor;

O coração é pobre de amor.
A manjedoura era tosca até demais;
O coração é rude e não tem paz.
A manjedoura era repleta de palha
Rústica, sem conforto, sem toalha
Mas foi o berço encontrado para Jesus.
E assim o Salvador veio ao mundo
Revelando um amor suave e profundo.
Trazendo a nós vida, amor e Luz.

Se naquela noite linda de Natal

Anunciada pelo canto angelical,
A manjedoura foi o berço de opção,
Mudemos esse rústico cenário
Oferecendo-lhe um lugar extraordinário
- O recôndito pleno do nosso coração

Oh, Jesus, Justo, amoroso e querido,
Verbo do Deus Santo proferido
E que no Natal trouxe-nos a acolhida,
Eu te agradeço com sinceridade
Pela graça, doação plena e bondade
- Natal é o presente da Eterna Vida!

Noélio Duarte/dez 2011

Ganhe um “Mulligan”

Por Robert J. Tamasy

Embora não jogue golfe, existe um aspecto do jogo que me atrai: o “mulligan”. Em um jogo amistoso os competidores recebem uma segunda chance para dar uma tacada - dar um mulligan. Pode acontecer depois de uma tacada muito ruim ou é simplesmente dada pelos demais jogadores para que a pessoa tente pela segunda vez passar por um ponto crítico do percurso. Em qualquer evento, o mulligan – o “faça outra vez” – é uma chance para corrigir uma tacada infeliz. 

Seria muito bom se, de tempos em tempos, a vida nos oferecesse um mulligan, não é? Uma oportunidade para avaliar uma decisão ou ação específica e concluir: “Eu não gosto do resultado. Posso tentar outra vez?”

Ao terminar mais um calendário anual você pode estar desejando que lhe ofereçam um mulligan para algo que você fez: uma decisão financeira desagradável, um relacionamento danificado, uma escolha profissional deficiente, uma estratégia ou plano de negócios mal concebido ou oportunidade desperdiçada. “Posso fazer de novo?”, você gostaria de poder perguntar. 

Infelizmente, pelo menos até que inventem a máquina do tempo, não podemos voltar atrás. A vida não oferece a chance de “fazer outra vez”, nem nos convida a “dar um mulligan”. Devemos enfrentar e viver com as consequências das nossas decisões e ações erradas, bem como colher os benefícios do que fizemos corretamente. Apesar disso, quando um ano termina e outro está para começar, não podemos deixar de fazer uma “revisão”, avaliando o que foi e o que não foi tão bom assim nos últimos 12 meses.

Assim, enquanto celebramos os triunfos no ano que passou e sacudimos de nossos ombros os fracassos, eis alguns princípios extraídos da Bíblia que nos podem ser úteis: 

Não se deixe distrair. Atualmente as pessoas têm grande prazer em realizar múltiplas tarefas. Mas diz o ditado que se você se torna “pau para toda obra” geralmente acaba por não dominar nenhuma. Determine o que você faz melhor e se concentre nisso. “Suporte comigo os meus sofrimentos, como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado se deixa envolver pelos negócios da vida civil, já que deseja agradar aquele que o alistou” (2Timóteo 2.3-4). 

Concentre-se em um propósito preponderante. Por que você está aqui? Qual seu propósito? Estas perguntas o capacitarão a se concentrar. “Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, para isso já fui conquistado por Cristo Jesus” (Filipenses 3.12). 

Olhe adiante, nunca para trás. Um corredor que olha frequentemente para trás não corre em linha reta. De igual modo, se continuarmos a olhar o que está no passado e não o que vamos encontrar no futuro, provavelmente nos desviaremos do objetivo. No mínimo o ritmo de avanço será menor. “Porém, uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que esta na minha frente” (Filipenses 3.13). 

Tenha em vista o final desejado. O fracasso não é necessariamente o fim: ele pode nos instruir quanto ao que mudar ou fazer melhor, nos ajudando na busca pelo sucesso. “Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus” (Filipenses 3.14). 

Próxima semana tem mais! 


Curiosidade que mata…

Tio Zé

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Uma Carreira “à Prova de Fogo”

Por Rick Warren

“Você é a pessoa mais à prova de fogo deste escritório” – estas palavras vindas do chefe, indicando que seu emprego estava seguro, trouxeram alívio compreensível à recepcionista da corporação que estava passando por grande corte de pessoal. Apesar do turbilhão que alguns dos colegas estavam enfrentando, ela encontrou algum conforto por sentir-se “à prova de fogo”. 

À medida que a economia global continua a mover-se com grande esforço, muitas empresas ainda estão achando necessário reduzir sua força de trabalho a fim de manter ou reconquistar posição competitiva em tempos de grandes desafios. Nesse ambiente de incertezas, saber como tornar a carreira “à prova de fogo” é uma sábia habilidade profissional!

Mantenha sua carreira mesmo que seja despedido. Talvez você não possa tornar seu presente emprego “à prova de fogo”, mas pode e deve torná-la no longo prazo. Encontramos um bom exemplo na  Bíblia, em Gênesis, onde lemos acerca de José, homem fiel vestido com túnica multicolorida (presente de seu pai), que por duas vezes foi lançado fora da escada corporativa. Da primeira vez, ele aterrissou num poço; da segunda, numa prisão. Seus irmãos, que faziam parte da diretoria familiar, lhe deram o primeiro empurrão. Mais tarde, a esposa do patrão fez acusações falsas que o levaram para detrás das grades. Esse não é exatamente o caminho ideal para crescer corporativamente. 

Entretanto, José sabia como tornar sua carreira à prova de fogo e terminou ocupando o topo da escada no Egito. Mais tarde ele perdoou seus irmãos por sua traição com estas palavras: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” (Gênesis 50.20). 

Mantenha seu caráter controlando o orgulho. Orgulho impossibilita servir e detém o fluir da graça de Deus (favor imerecido) em sua direção. “...Deus (e muitas pessoas) Se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (Tiago 4:6). Orgulho tende a distorcer a realidade, o que leva à cegueira. Outra consequência é que ele oferece motivação e munição para que os inimigos promovam sua queda.

Mantenha seu caráter conservando as promessas. Os que mantêm suas promessas acabam na grande tenda do monte sagrado! “Aquele... que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado” (Salmos 15.1,4). Lembre-se que é muito mais fácil manter suas promessas se elas forem poucas; será mais provável que você seja capaz de cumprir cada uma delas. O caráter se desenvolve mais rapidamente quando promessas difíceis são honradas para com os “pequeninos” – os que parecem “menos importantes” para nossas metas e desejos, embora mereçam do mesmo modo nossa integridade. 

Mantenha seu caráter tratando os outros como anjos. “Não deixem de receber bem aqueles que vêm à casa de vocês; pois alguns que foram hospitaleiros receberam anjos, sem saber” (Hebreus 13.2).  Você nunca sabe quem acabará sendo seu chefe. Há um ditado que diz que devemos ser cuidadosos quando passamos por cima de alguém ao subir a escada corporativa – eles podem cruzar nosso caminho quando estivermos descendo! Nunca lamente quando alguém que usa os outros passa à frente, porque geralmente terminam perdendo a cabeça. “Vi um homem mal, um dominador cruel, que era grandioso como um cedro...Porém um dia passei por ali, e ele já havia desaparecido; eu o procurei, porém não pude encontrá-lo” (Salmos 37.35-36). 

Próxima semana tem mais!


domingo, 25 de dezembro de 2011

Luz no Ambiente de Trabalho

Por Robert J. Tamasy

Nesta época do ano o local de trabalho exibe luzes festivas e cintilantes, símbolos das festas de final de ano. Luzes coloridas em árvores de natal; luzes brancas adornando casas, lojas e escritórios; velas expostas em janelas e nas mesas. Para algumas pessoas a época é um “festival de luzes”, que representam meramente uma tradição. Como nesta época as noites são mais longas que os dias no hemisfério norte, as luzes iluminam os dias frios e melancólicos.

Para os seguidores de Jesus Cristo luzes remetem à história do primeiro natal, especialmente a “estrela do oriente”, que sábios conhecidos como “magos”, seguiram até chegar para adorar o Deus-menino (Mateus 2.1-2). Para os que professam crer em Jesus, a luz representa mais que a estrela da natividade. Mateus 4.16, repete a profecia de Isaías 9.2: “O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas”. Estas passagens referem-se a Jesus como “Luz”, que declarou: “Eu sou a luz do mundo; quem Me segue nunca andará na escuridão, mas terá a luz da vida” (João 8.12). 

Mas qual é a importância dessa “Luz” para os que exercem suas carreiras no dia a dia do ambiente de trabalho? Eis alguns princípios extraídos da Bíblia: 

A luz de Cristo promete vida. Muitas pessoas escolhem carreiras no mercado empresarial e profissional a fim de satisfazer seus desejos e necessidades materiais. Mas com demasiada frequência se vêem envolvidos numa “corrida para o topo”, uma rotina implacável que os leva em ritmo frenético para lugar nenhum. Ao invés de “ganhar a vida”, eles precisam concentrar-se em simplesmente sobreviver. Jesus prometeu dar a Seus seguidores propósito e significância, e satisfazer suas necessidades diárias. “Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens” (João 1.4). “Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim” (João 14.6).

A luz de Cristo liberta das trevas. O ambiente de trabalho está crescentemente sombrio. Aflições econômicas obscureceram as esperanças. Prazos e demandas desafiam convicções e valores. Líderes que antes admirados têm revelado o lado sombrio de seu caráter. Jesus prometeu luz que nos guia através de sombras profundas.“E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam... Ali estava a luz verdadeira que alumia todo homem que vem ao mundo” (João 1.5,9).

A luz de Cristo oferece direção. “O que devo fazer?” “Para onde devo ir?” “Como posso passar por isto?” Estas e muitas outras perguntas nos consomem. Todos nós precisamos de direção e orientação. Jesus assegura a Seus seguidores que quando olharem para Ele, Ele mostrará o caminho e proporcionará a sabedoria que necessitam. “A Tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho” (Salmos 119.105).  

Ao celebrar o Natal, você está decidido a “andar na luz, como Ele está na luz” (1João 1.7)? 

Próxima semana tem mais! 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Por Que Fracassam as Sociedades?

Por Ken Korkow

Fui muito afortunado por ter sido sócio de três amigos – Shan Burke, Don Smith e Ron Young - em empreendimentos bem-sucedidos. Entretanto, estatisticamente apenas uma de cada 35 sociedades é bem-sucedida. As restantes fracassam. Sendo assim, com base nesse dado desanimador seria sábio evitar fazer sociedades. A pergunta é: por que as sociedades geralmente fracassam? Penso que há uma razão bem simples: porque questões corretas não são abordadas desde o início, antes da assinatura do contrato social e dos apertos de mãos. Vejamos alguns princípios e palavras de cautela a considerar antes de se assumir o risco de entrar em uma sociedade:

Não se ponha em “jugo desigual”. A Bíblia faz este alerta: “Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas” (2Coríntios 6.14). Do mesmo modo que você não “atrelaria” um cavalo e um boi juntos, os seguidores de Jesus Cristo não deveriam ligar-se àqueles que ainda O seguem. Mesmo que ambas as partes professem ser cristãs, isso não assegura uma combinação igual. Um pônei e um garanhão, por exemplo, são ambos cavalos, mas têm tamanhos e temperamentos diferentes. Mesmo compartilhando algumas similaridades, ainda assim são “desiguais”.

Qual o propósito da sociedade? Cada parte deveria escrever suas expectativas e objetivos para a sociedade. As listas não precisam ser idênticas, mas devem ser compatíveis. Como por exemplo: o que será feito quando tiver lucro? E quando houver prejuízo? Os objetivos podem ser alcançados sem entrar numa sociedade formal, legalmente constituída? 

Quem é a autoridade final? Quando decisões cruciais precisarem ser tomadas, quem será a autoridade definitiva? Você estaria disposto a submeter-se à autoridade de outra pessoa?

Qual é o perfil de personalidade de cada sócio? Vocês podem ser ótimos amigos, gostar de trabalhar juntos e compartilhar valores em comum, mas se suas personalidades e estilo de trabalho forem muito diferentes, os conflitos serão inevitáveis.

Vocês concordam quanto a princípios? Se houver discordância na sociedade quanto as operações de curto prazo ou objetivos de longo prazo, qual será o mecanismo para resolvê-la? Ambos estariam dispostos a usar a Bíblia e seus princípios sobre negócios para resolver conflitos?

Coloque TODOS os detalhes por escrito. Existe um ditado que diz: “Um pequeno lápis é melhor do que uma grande memória”. Torne isso tão claro que, se necessário, ambos sejam capazes de facilmente completar os detalhes. Inclua o que aconteceria na eventualidade de um divórcio, incapacitação, desinteresse, morte, dívidas ou desonestidade.

Faça SEMPRE um acordo de compra e venda. Este deveria ser um acordo que qualquer parte poderia desencadear, a qualquer momento, sem disputas. Se a sociedade não funcionar, terminá-la não deverá ser a causa de problemas desnecessários. 

Envolva seu cônjuge. Por ser controlador, viciado em correr riscos, geralmente não envolvia minha esposa nas decisões de negócios. Eu tinha experiência, um MBA e pensava. Liz era apenas uma professora primária. Mas cometi erros tolos até aprender que, em todas as fases da vida, eu estava envolvido em sociedade – com Deus, como “sócio gerente”, e com minha esposa, como “sócia igualitária”. Aceitei que ela tivesse o “poder de veto” sobre minhas decisões de negócios. A princípio, temia que jamais fizesse outro bom negócio novamente, porque até Liz entender o que se tratava, todos os bons negócios já teriam ido embora. Mas aos poucos fui entendendo que Deus a dotou com um “radar intuitivo” que eu não tenho. Dessa forma, evitamos MUITOS maus negócios e desfrutamos de uma vida sob medida.

Próxima semana tem mais!


Sucesso Exige Lidar com Pressões

Por Robert D. Foster

Como você lida com as pressões do dia a dia, as demandas, exigências e dificuldades que confrontamos no decorrer de um típico dia de trabalho? Existe um dito popular que diz: “A vida não seria tão ruim se não fossem as pessoas”. Uma afirmação paralela poderia ser: “O trabalho não seria tão ruim, se não fossem as pressões”. 

Como exemplo consideremos a história surpreendente de Ervin Nyiregyhaz, húngaro de nascimento. Aos 2 anos de idade Ervin já extraia melodias de seu piano de brinquedo e aos 3 demonstrava afinação perfeita. Aos 4 escrevia suas próprias composições musicais. Ele tocou com a Sinfônica de Berlim aos 12 anos e aos 15 se apresentou diante dos reis da Noruega. Aos 17 fez uma aparição histórica no Carnegie Hall em Nova Iorque. Algumas das maiores autoridades em música do mundo começaram a compará-lo a Mozart. 

Porém, com vinte e poucos anos, ele misteriosamente desapareceu. Era como se tivesse desaparecido da face da terra. Durante anos ninguém soube o que havia se tornado aquele maravilhoso e único prodígio musical. 

Se consultarmos a lista dos maiores pianistas do mundo, não vamos encontrar nela Ervin Nyiregyhaz. Muitos pianistas consagrados jamais ouviram falar dele. Aos 75 anos Ervin reapareceu em São Francisco, Califórnia, privado de recursos, vivendo num hotel barato e dando concertos gratuitos no edifício de uma pequena igreja afastada. Ele admitiu ter 700 composições preservadas em microfilme, mas nenhuma fora publicada. Nessa idade finalmente ele sentou-se ao piano e começou a gravar sua música para a posteridade, frequentemente tocando seleções pela primeira vez, 55 anos após tê-las escrito.

“O que aconteceu com o Ervin?”, você pode perguntar. Ele simplesmente não soube lidar com as pressões do cotidiano. Pressão do casamento e relacionamentos; tensão emocional do mundo da música; o imenso peso do sucesso e da fama; tudo isso cobrou um preço mental e emocional, que o levou a abandonar tudo e desaparecer. Na Bíblia, o apóstolo Paulo usa a palavra grega “thlipis” que significa “pressão sob estresse físico e emocional”. Era esse o termo usado para descrever “o esmagamento da uva para extrair suco”.

Aparentemente o magnífico pianista Ervin acreditava que tinha que lidar com suas pressões sozinho. Os seguidores de Cristo têm uma abordagem diferente. Paulo escreveu: “...Nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem paciência, a paciência traz a aprovação de Deus e essa aprovação cria esperança. Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo que ele nos deu” (Romanos 5.3-4). 

Pessoas, empreendimentos e causas nobres são arruinados mais por falta de paciência do que por falta de habilidade, conhecimento e energia. Quando perdemos a paciência, perdemos fé em Deus, em nós mesmos e nos outros. Impaciência gera desânimo, levando o homem tanto para atividades mal avaliadas quanto para apatia entorpecente. 

A Bíblia nos oferece este alerta: “Entregue os seus problemas ao Senhor, e ele o ajudará; ele nunca deixe que fracasse a pessoa que lhe obedece” (Salmos 55.22). 

Próxima semana tem mais!


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Obedecendo às placas de trânsito…

Reduza

Crise no Mercado de Trabalho…

Crise

Riscos e Promessas da Incerteza

Por Rick Boxx

Líderes empresariais acreditam que as incertezas são importante motivo para que a economia global permaneça em crise, demonstrando poucas evidências de estar renovando suas forças. Impostos pressionam a todos. Indicadores econômicos estão enfraquecidos. O panorama político está repleto de incógnitas. O resultado disso é que líderes empresariais hesitam em levar avante novos projetos, contratar novos empregados ou se envolver em qualquer atividade significativa que possa colocar os recursos de suas corporações em risco. 

Em um aspecto essa abordagem cautelosa é justificada. Seria sábio avançar descuidadamente mesmo que as condições econômicas não se mostrassem favoráveis? Na Bíblia, o livro de Provérbios endossa o agir com prudência:“O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as consequências” (27.12). Em outras palavras, a falha em reconhecer situações perigosas e agir de acordo com elas, pode levar a consequências desastrosas. 

Contudo, esperar até que as condições pareçam perfeitas, pode também não ser o curso mais prudente a ser adotado: pode ser tarde demais! Como nos lembra o velho ditado, “O pássaro madrugador fica com a minhoca”. Ás vezes, o melhor momento para lançar algo novo é quando todos os demais estão nas garras da inércia. Enquanto todas as outras pessoas se deixam imobilizar pelo temor do que está adiante, algumas das maiores histórias de sucesso empresarial falam de indivíduos audaciosos e previdentes que agiram segundo ideias bem concebidas. 

Sendo assim, quem pode dizer qual a diferença? Como distinguir entre quando é melhor ser cauteloso e esperar ou avançar a despeito da incerteza predominante? Embora ninguém possa oferecer garantia de sucesso, nem mesmo nas condições econômicas mais favoráveis, a Bíblia oferece algumas diretrizes úteis que merecem ser consideradas. O livro de Provérbios mais uma vez oferece percepção segura: 

Reunir informações necessárias. Uma das coisas que mais contribui para o fracasso é a má vontade para pesquisar o suficiente e se preparar apropriadamente antes de agir. “O coração do que tem discernimento adquire conhecimento; os ouvidos do sábio saem à sua procura” (Provérbios 18.15). 

Aconselhar-se com parceiros de confiança. Uma das formas de obter informações é consultar amigos e parceiros que conheçam os passos que você está considerando adotar. Eles podem oferecer pontos de vista que você não tenha considerado. “Sem diretrizes a nação cai; o que a salva é ter muitos conselheiros”  (Provérbios 11.14). “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros” (Provérbios 15.22). 

Agir motivado pelo desejo de honrar e agradar a Deus. Com demasiada frequência os planos são impulsionados por desejos egoístas, tendo o orgulho como motivação. Essas armadilhas podem ser evitadas quando a intenção é seguir a direção revelada por Deus. Romanos 8.5 ensina: “Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus têm a sua mente controlada pelo Espírito”. 

Planejamento prudente e consciência de perigos são imperativos no mundo dos negócios. Contudo, quando você verdadeiramente sente que o Espírito de Deus o está impulsionando a avançar, o curso mais sábio é ouvir o Espírito de Deus. 

Próxima semana tem mais!


Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Cinco atitudes que irão fazê-lo mais feliz

Você é feliz? Por quê? Alguns cientistas acham que a felicidade tem a ver com genética, saúde e outros fatores que nem sempre podemos controlar. No entanto pesquisas mais atuais sugerem que, sim, temos um grande papel relacionado à nossa própria felicidade – mas será que é possível, através de certas práticas, nos tornarmos mais felizes?

Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia realizou uma série de estudos no ano passado e concluiu que há, sim, algumas atitudes que podem fazer de você uma pessoa mais feliz. Confira algumas:

1. Seja grato

Alguns participantes do estudo da Califórnia tinham como “missão” escrever cartas agradecendo pessoas que haviam feito algo de bom para eles. Os cientistas descobriram que os participantes que escreviam as cartas possuíam uma sensação de bem-estar maior e mais prolongada do que aqueles que não agradeciam formalmente seus benfeitores.

2. Seja otimista

Outra prática é o famoso pensamento positivo. Participantes no estudo deveriam imaginar um futuro ideal por algumas semanas, alguns minutos por dia – um casamento perfeito, sucesso profissional, coisas assim. Depois do período os cientistas notaram que o bem estar dessas pessoas havia aumentado.

3. Lembre-se do que aconteceu de bom

Pessoas que anotavam as coisas boas que haviam acontecido com elas também eram mais felizes. Parece que as pessoas precisam relembrar dos motivos pelas quais deveriam ser felizes.

4. Use suas forças

Conheça seus pontos positivos e use-os ao seu favor. Pessoas bem-humoradas, por exemplo, podem conseguir aliviar o clima chato do escritório.

5. Seja gentil

De acordo com os estudos ajudar os outros a serem felizes nos torna mais felizes por consequência. Gostamos de ver amigos alegres e nos sentimos bem os ajudando. Ser altruísta é ser feliz. Portanto aproveite e envie este artigo por e-mail – e também o que segue após – e ajude alguém a também ser mais feliz.

Ainda tenho uma semana para o milagre acontecer! Tempo de Obede Edom!

Imã Obede Edom

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não Existem Perguntas Tolas

Por Rick Warren

Saber quais as perguntas certas a fazer são duas das mais importantes habilidades a desenvolver para se ser bem-sucedido na vida, seja no trabalho, no lar ou em qualquer outra área pessoal. 

· Sem fazer perguntas não podemos fazer distinções.

· Se não fizermos distinções não podemos tomar decisões.

· Se não tomarmos decisões não poderemos agir.

· Se  não agirmos poderemos fracassar!

Ao contrário da opinião popular, fazer perguntas é sinal de inteligência. Quanto maior for a inteligência, maior a probabilidade de investigar, refletir e questionar. Sempre se está buscando aprender, compreender e crescer. E não existem perguntas tolas. Tolice é não perguntar e buscar esclarecimento quando não entendemos alguma coisa. Quando permitimos que a preocupação com nossa imagem - “Devo aparentar que sei tudo” - tenha prioridade sobre o aprendizado, isto é tolice!

Will Rogers, humorista e observador da vida, disse certa vez: “Todo mundo é ignorante, embora em diferentes assuntos!”  De modo similar, por termos tido diferentes experiências, podemos aprender uns com os outros se formos sábios o bastante para fazer as perguntas certas. 

A Bíblia diz: “Os pensamentos de uma pessoa são como água em poço fundo, mas quem é inteligente sabe como tirá-los para fora”(Provérbios 20.5).  O modo de extrair sabedoria de outras pessoas é fazendo perguntas. Existem vários tipos de perguntas. Aqui vai uma amostra do tipo de pergunta que podemos fazer:

· Perguntas para exercitar a mente: O que aconteceria se...? Existe uma maneira melhor?

· Perguntas que definem: Qual é a questão real aqui?

· Perguntas investigativas: Quais são os fatos? O que precisamos saber?

· Perguntas que resolvem problemas: Quais são as maneiras de superarmos isto?

· Perguntas que estabelecem prioridade: O que é mais importante?

· Perguntas cautelosas: O que há de errado com esta ideia?

· Perguntas catalisadoras: O que nós vamos fazer agora?

Os grandes professores compreendem que fazer perguntas é uma das mais eficientes ferramentas de ensino. Se você é supervisor, administrador, vendedor ou pai, tente esta abordagem: ao invés de dizer que você está procurando liderar, ou o que acha que elas devem fazer, envolva suas mentes fazendo-lhes perguntas. Faça-as pensar e busque conduzi-las às ações que você acha que devem adotar.

Se quiser se tornar um mestre nisso, pegue uma Bíblia e leia os primeiros quatro livros do Novo Testamento (os Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João).  Enquanto lê, sublinhe todas as perguntas que Jesus fez. Ninguém foi mais eficiente que Jesus no uso de perguntas para treinar, liderar, ensinar, inspirar e encorajar. Para aprender a fazer alguma coisa bem feita é preciso aprender com o Melhor! 

Próxima semana tem mais!


Texto de autoria de Rick Warren , escritor e conferencista, autor do best-seller "The Purpose-Drive Life" (Uma Vida Com Propósitos), traduzido em várias línguas através do mundo. Usado com a devida permissão.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Regras versus Relacionamentos

Por Rick Boxx

Assim como acontece na família, muitos empresários lutam para alcançar equilíbrio entre manutenção de regras e disciplina, ao mesmo tempo que proporcionam aos colaboradores espaço para liberdade e individualidade. Algumas organizações são excessivamente permissivas, deixando que seus funcionários façam tudo o que acharem apropriado. Outras são demasiadamente rigorosas, restringindo quaisquer ações e comportamentos de seu quadro de pessoal.

Quando dirijo workshops sobre negócios, gosto de ensinar a seguinte fórmula: “Regras + Relacionamentos = Integridade Corporativa”. Meus anos de experiência no mundo corporativo me ensinaram que esse equilíbrio é crucial para um ambiente de trabalho saudável e produtivo. Se você tem regras, mas não dá muita importância aos relacionamentos, provavelmente vai ter de lidar com rebeldia.

Por outro lado, se tiver dado demasiada ênfase a relacionamentos, mas não tiver estabelecido diretrizes cuidadosamente planejadas para as práticas e comportamentos do dia a dia, poderá experimentar caos. A capacidade de equilibrar ambos assegura à equipe que você se importa com eles e, ao mesmo tempo, espera que produzam resultados alinhando-se com a missão e os valores da empresa. Romanos 13.3 ensina: “Somente os que fazem o mal devem ter medo dos governantes e não os que fazem o bem. Se você não quiser ter medo das autoridades, então faça o que é bom, e elas o elogiarão”. 

O problema ocorre quando há confusão entre os empregados acerca do que significa “fazer o bem”. Como líderes é nossa responsabilidade comunicar isso clara e eficazmente. Assim como sociólogos descobriram que crianças ficam mais satisfeitas quando entendem seus limites – no lar ou na escola – no mercado de trabalho também se espera que os líderes definam os parâmetros mediante os quais se espera que o trabalho seja realizado.

Regras e diretrizes, especialmente quando criadas com informações valiosas oferecidas por pessoas que serão governadas por elas, não são restritivas. Na verdade, capacitam os indivíduos a compreender que são livres para usar seus talentos e habilidades dentro dos limites estabelecidos. Sem tais regras, os colaboradores podem se sentir confusos, mesmo imobilizados, pelo  temor de fazer algo errado. 

A alternativa seria o próprio pessoal determinar seus padrões, o que poderia ter resultados caóticos. Provérbios 29.18 nos ensina que, “Não havendo visão, o povo se corrompe...”. Outra versão declara: “Onde não há revelação divina, o povo se desvia, mas como é feliz quem obedece à lei!”

O estabelecimento de regras apenas para controlar pessoas é desmoralizador. As diretrizes devem ser usadas como meio de melhorar a produtividade – e a satisfação – das pessoas em seu trabalho. Líderes fortes e eficientes sabem como equilibrar compreensão e disciplina. E você?

Próxima semana tem mais!


sábado, 3 de dezembro de 2011

77 Decisões Importantes Para Seu Casamento!

1.  Aceite o seu cônjuge como ele é.
“Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;” (I Cor.  13:5)


2.  O casamento tem três pilares de sustentação: fé, comunicação e sexo.
“Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa só carne.” (Efésios 5:31)


3.  Evite afirmativas que aumentem o conflito, como por exemplo “você sempre…”, “todas as vezes…”.
“Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.” (Prov.  12:18)

4.  Para manter o cálice do amor transbordando em seu casamento, admita logo o erro quando estiver errado e cale-se quando estiver certo.
“Semelhante, vós mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavras;” (I Pedro 3:1)

5.  Feche a porta do divórcio.
“Porque o Senhor, o Deus de Israel diz que aborrece o repúdio e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o Senhor dos Exércitos; portanto, guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais.” (Malaquias 2:16)

6.  O casamento é uma instituição sagrada para o Senhor.
“Assim não são dois, mas uma só carne.  Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”.  (Mat.19: 6)

7.  Siga o padrão de Deus para o seu lar.
“Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.  Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.” (Efésios 5:22,23,33)

8.  Toda esposa necessita de gentileza no falar, no gesticular, no agir.  Toda mulher necessita de um amigo.
“Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos.  Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.” (Efésios 5:28)

9.  A pessoa amada tem necessidades diversificadas.  Entre elas: ouvir palavras que declarem seu valor e sua importância (palavras de afirmação), e/ou receber inteira atenção, sem dividi-la (qualidade de tempo).
“Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.  De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que também ouve em Cristo Jesus,” (Filipenses 2:4,5)

10.  A pessoa amada tem necessidades diversificadas.  Entre elas: receber expressões de serviços como doação do outro que a fará sentir-se importante e/ou receber presentes.
“Igualmente vós maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações.” (I Pedro 3:7)

11.  Existem pessoas que necessitam sentir-se lembradas, valorizadas.  Para estas, receber presentes é uma expressão forte de amor.
“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.” (Provérbios 5:18)

12.  Aprender a ouvir o cônjuge é muito parecido com o aprendizado de uma língua estrangeira.  Persevere, vale à pena!
“Mas todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” (Tiago 1:19,20)

13.  É sempre inteligente declarar sua apreciação pelas coisas boas que seu cônjuge faz, e com sinceridade.
“O amor não seja fingido.  Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.” (Romanos 12:9)

14.  Fazer alguém feliz pode significar, às vezes, abrir mão do bem estar pessoal momentâneo, como por exemplo, comodismo, preguiça, egoísmo.
“Andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.” (Efésios 5:2)

15.  O que você diz pode salvar ou destruir uma vida.  Portanto, use bem as suas palavras e você será recompensado.  ”Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!” (Salmos 19:14)

16.  Nos relacionamentos, a comunicação não deve ser soberba.
“Da soberba só provém a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.” (Provérbios 13:10)

17.  Ataque o problema, e não ao outro.  ”Tem visto um homem precipitado no falar?  Maior esperança há para um tolo do que para ele.” (Provérbios 29:20)


18.  Os problemas não podem ser acumulados para depois descarregar sobre o outro.  Enfrente e resolva-os com maturidade.  ”Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.  Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios.” (Provérbios 4:23,24)

19.  Expresse os sentimentos sem agredir o outro.  ”Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graças aos que a ouve.” (Efésios 4:29)


20.  Busque o melhor momento para se comunicar.  ”O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua.” (Prov.  18:13)


21.  Aprenda a perdoar  para não criar raiz de amargura.  Lembre-se, você pode até não esquecer, mas a dor não vai te amargurar!  ”Todos os dias dos aflitos são maus, mas o de coração alegre tem um banquete contínuo.” (Prov.  15:15)

22.  Um não deve atirar sentimentos no outro.  Busque trazer soluções quando apresentar os problemas (apontar erros).  ”O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (Prov.  15:22)


23.  Cuidado quando for utilizar o humor para não aumentar a tensão.  Utilize o humor só quando tiver convicção que vai aliviar a tensão.  ”O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos ímpios derrama em abundância as coisas más.” (Prov.  15:28)


24.  Se quiser manter o cálice do amor transbordando em seu casamento, não utilize o sarcasmo um para com o outro.  ”A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derramam a estultícia.” (Prov.  15:2)


25.  No casamento, a comunicação deve ser adequada.  O amor faz solicitações e não imposições.  ”A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Prov.  18:21)


26.  Quando você e seu cônjuge experimentar das adversidades da vida, não comunique a Deus o tamanho delas, mas diga para as adversidades o tamanho do seu Deus.  ”Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, com ações de graças, sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus.” (Filipenses 4:6)


27.  Escolha o momento certo e o local adequado para falar ao outro o que mais desagrada a você.  ”A palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.  A sabedoria do homem lhe dá paciência; a sua glória está em esquecer ofensas.” (Provérbios 15:1; 19:11)


28.  Concentre-se em resolver as incompatibilidades que geram tensões conjugais.  ”Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?  …  tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisto pensai.” (Amós 3:3 / Filip.  4:8)


29.  Uma pessoa não pode se deixar vencer pelo desespero, mas o vença pelo conhecimento da palavra de Deus.  ”O coração sábio buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia.” (Prov.  15:14)


30.  Comunicação é um processo lento de maturidade de compreender e de se fazer compreendido.  ”Os lábios dos sábios derramarão o conhecimento, mas o coração dos tolos não faz assim.” (Prov.  15:7)


31.  As mulheres têm necessidades de conversar com seu companheiro e tê-lo como um grande amigo.  ”Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor.” (Prov.  18:22)


32.  O casal deve andar juntos, não só literalmente.  O diálogo é fundamental para que haja compreensão.  ”O amor não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.  O amor nunca falha;…” (I Coríntios 13: 6-8)


33.  A cooperação também é importante para um casal que deseja andar, literalmente, juntos. ”E lhes darei um mesmo coração, e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos, depois deles.” (Jeremias 32:39)


34.  Trate o seu arranhão hoje, para mais tarde não se tornar algo mais sério.  Não deixe para tratar o pecado amanhã.  ”Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.  Não deis lugar ao diabo.” (Ef.  4:26,27)


35.  Decida amar seu cônjuge na linguagem que ele consegue compreender: seja palavras de afirmação, qualidade de tempo, formas de servir, toque físico, ou mesmo presentes. ”O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.  ” (I Coríntios 13:4)


36.  Marido e esposa, a comunicação é a chave do casamento.  Portanto, compartilhe ao outro a sua própria linguagem do amor.  ”Como cerva amorosa, e gazela graciosa; saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê atraído perpetuamente.  ” (Provérbios 5:19)


37.  O objetivo do amor não é obter o que se deseja, mas fazer algo pelo bem-estar daquele a quem se ama.  ”Portanto, cada um de nós, agrade ao seu próximo no que é bom para edificação.” (Romanos 15:1)

38.  A fidelidade entre marido e esposa é fruto da relação de ambos com Deus.  ”O que adultera é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz.  Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará.” (Provérbios 6:32,33)


39.  ”Achar tempo” é questão de prioridade.  Se a linguagem do seu cônjuge é qualidade de tempo, comece a planejar, abra mão de algumas atividades particulares em prol do outro.  Vai valer a pena, acredite!  ”O amor não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;” (I Coríntios 13:5)


40.  Há várias formas de presentear.  O mais importante é a mensagem nas entrelinhas que o presente trás.  Use e abuse de sua criatividade.  ”Quem guardar o mandamento não experimentará nenhum mal; e o coração do sábio discernirá o tempo e modo.” (Eclesiastes 8:5)

41.  Presente X Dinheiro.  Investir no amor do seu cônjuge é semelhante a aquisição das ações mais caras da bolsa de valores.  ”As muitas águas não poderiam apagar esse amor nem os rios afogá-los; ainda que alguém desse toda a fazenda de sua casa por este amor, certamente a desprezariam.  ” (Cantares 8:7)


42.  Para Adão, Deus não criou os amigos, mas uma esposa.  A instituição sagrada chamada “Família” nasceu do coração de Deus, e Ele não comete erros.  ”Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” (Hebreus 12:15)

43.  Todas as tentações que um casal pode sofrer, também podem enfrentar e vencer.  ”Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; bem-aventurado todo aquele que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Provérbios 1:2,12)


44.  Por trás de um marido passivo há quase sempre uma esposa selvagem e/ou rixosa.  ”É melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça.” (Provérbios 21:19)


45.  Toda tribulação na vida de um casal cristão é passageira.  ”Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.  …e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (João 16:33/ I João 5:4)


46.  Os problemas internos ou externos podem turbar o espírito do casal, mas jamais destruí-los, quando Jesus Cristo é o alicerce da relação.  ”Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.” (Romanos 12:12)

47.  Um lar tem início com um compromisso de amor e fidelidade, e Deus como o seu arquiteto.  ”Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmos 127:1)


48.  A jóia mais preciosa que um homem pode dar a sua esposa é amá-la incondicionalmente, sendo este também o presente mais almejado pelos filhos.  ”Vós, maridos, amai as vossas mulheres como Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,” (Efésios 5:25)


49.  É possível o casal discordar sem brigar.  Procure não exagerar nem se envolver em rixas.  ”Toda a amargura, e ira, e cólera e gritaria, e blasfêmia e toda malícia sejam tiradas dentre vós, antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4:31)


50.  Procure se colocar na posição do seu cônjuge para entender melhor algumas de suas opiniões.  Evite aborrecer um ao outro.  ”…não amemos de palavras, nem de língua, mas por toda obra e em verdade.” (I João 3:18)


51.  Procure ser um bom ouvinte, mas não use do silêncio para representar ao cônjuge uma resposta negativa ou frustá-lo ao hesitar responder.  ”Com toda a humildade e mansidão, com paciência, suportando-vos (grego = sustentando) uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.” (Efésios 4:2,3)

52.  É importante para o casal sempre escolher o melhor momento e hora para dialogar, definir as áreas de concordância e de discordância, e fazer uma alta análise de si mesmos.  ”O homem se alegra em responder bem, e quão boa é a palavra dita a seu tempo!” (Provérbios 15:23)


53.  É importante para o casal identificar sua parcela de culpa nos conflitos, quando necessário mudar de atitudes ou comportamento, contribuindo assim, para a resolução dos mesmos.  Orar juntos, pedindo a orientação e graça de Deus, nestes momentos é fundamental.  ”O amor não faz mal ao próximo.  De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Rom.  13:10)

54.  Esposa, procure ser sempre bondosa para com as virtudes do seu cônjuge e um pouco cega para as faltas do mesmo.  ”Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelos desejos da carne e engano; e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.” (Ef.  4:22,24)


55.  Palavras agradáveis, porém sinceras, solidificam a relação e produzem um eco verdadeiramente eterno.  ”Favos de mel são as palavras agradáveis, doçura para a alma e saúde para os ossos.” (Prov.16:24)


56.  Alguns casais afim de se firmarem na vida, se esquecem de viver e de crescer espiritualmente.  ”Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.  Pois que aproveita ao homem chamar o mundo inteiro e perder a sua alma?…” (Romanos 8:6/ Mateus16:26)


57.  Um falar sem o alimento espiritual é um lar onde há o pão de cada dia para se alimentar o corpo, porém a alma nunca é suprida.
“Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” (Mateus 4:4)

58.  Para perdoar seu cônjuge é necessário dar amor quando não existe motivo para dar.  Para que ambos sejam felizes é indispensável que se tornem bons perdoadores.  ”Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4:32)


59.  O amor faz o giro do mundo valer a pena.  Ele é o produto do hábito e deve motivar o cônjuge levar sempre a sério o outro, ao invés de si mesmo em demasia.  ”Completai a minha alegria, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.  Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” (Filipenses 2:2,3)


60.  O bom senso somado ao amor apagam a linha divisória entre o seu e o meu.  ”Desposar-te- ei comigo para sempre; eu te desposarei comigo em justiça, em juízo, em benignidade e em misericórdia.  ” (Oséias 2:19)


61.  Deus nos criou sexuais não somente para a procriação, mas também para o prazer sexual do casal.  ”O que acha uma esposa, acha uma coisa boa, e recebe o favor do Senhor.  Goza a vida com a mulher que amas todos os dias da tua vaidade…” (Provérbios 18:22; Eclesiastes 9:9a)


62.  Tanto o marido como a esposa têm direitos e deveres.  Diante de Deus, cada um é responsável em colocar como prioridade, as necessidades sexuais e emocionais do outro.  ”Como vós quereis que os homens façam, da mesma maneira fazei-lhes vós também.” (Lucas 6:31)


63.  Limite não há para o prazer sexual, desde que o casal esteja dentro da vontade e princípios de Deus.  E não há espaço para razões egoístas.  ”Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do Senhor, e ele pesa todas as suas veredas.” (Provérbios 5:21)

64.  Quando um casal sela um compromisso com Deus e a Sua palavra, não há limites para a satisfação sexual que podem experimentar.  ”…Tornando- se uma só carne; o amor jamais acaba…” (Gênesis 2:24b/ I Coríntios 13:8a)


65.  Criatividade, assim como a tomada de atitude dos cônjuges em relação à própria sexualidade, também se constitui no alicerce para o êxtase do prazer sexual.  ”Desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar.  Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.” (Cantares 2:3,4)


66.  O prazer sexual deve basear-se tanto na aceitação da satisfação sexual do outro, como, principalmente, na aprovação de Deus.  ”…Sabendo que nenhum sodomita herdará o reino de Deus; venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula…” (I Coríntios 6:9/ Hebreus 13:4a)


67.  O stress de ordem financeira, na família, por vezes, é fruto da falta de discernimento em distinguir entre necessidades e desejos.  ”Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho…Vigiai e orai para que não entreis em tentação…” (Filipenses 4:11/ Marcos 14:38a)

68.  O descontrole financeiro tem sido um forte adversário do amor entre marido e mulher.  O casamento requer compromisso, da mesma forma, tudo que é bom.  ”Ora, a perseverança deve terminar a sua obra, para que sejais maduros e completos, não tendo falta de coisa alguma.” (Tiago 1:4)


69.  Um casal que se ama deve estar sempre pronto a ser flexível e ajustar-se a qualquer mudança radical, objetivando o ajuste financeiro.  ”…Em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a Ter fome; tanto a Ter em abundância, como a padecer necessidades.  Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” (Filip.  4:12,13)


70.  Um casal deve aprender a fazer investimentos sábios para o Reino de Deus, com boa vontade e não por obrigação.  ”Mas ajunteis tesouros no céu, onde a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam…Servo bom e fiel sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei, entra no gozo do teu Senhor…” (Mateus 6:19,20; 25:14-30)


71.  Um casal sábio e temente jamais coloca “Deus na parede”, financeiramente falando.  Contudo, reconhece que Ele é capaz de suprir a falta de dinheiro quando ocorrer.  ”O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.” (Filipenses 4:19)


72.  O relacionamento sexual também é uma mistura de comunicação, unidade, prazer e entrega entre os cônjuges.  ”O marido conceda à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.  Completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa.” (I Coríntios 7:3/ Filipenses 2:2)


73.  No casamento não deve existir espaços para razões egoístas, pois quem ama não priva o outro do prazer sexual sem que haja concordância mútua.  ”Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.  ” (I Coríntios 7:5)

74.  Toda esposa deseja se sentir amada e desejada.  Toda esposa sábia é capaz de comunicar seus sentimentos.  ”Mulher virtuosa, quem a achará?  O seu valor muito excede o de rubis.  Abre a boca com sabedoria, e a instrução fiel está na sua língua.” (Provérbios 31:10, 26)


75.  O tom de voz errado tem sido o grande vilão para os atritos da vida conjugal.  ”E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.” (Colossenses 3:14)


76.  Compartilhar as tarefas domésticas também é uma prova de amor.  ”E esta é a minha oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda percepção.” (Filipenses 1:9)


77.  O melhor de um casamento de muitos anos é apaixonar-se muitas vezes, sempre pela mesma pessoa.  ”Agora permanecem estas três: a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor.  Portanto, cuidai-vos de vós mesmos, e ninguém seja desleal para com a mulher da tua mocidade.” (I Cor 13:13/ Malaquias 2:15)

Disposição para ser corrigido

"Então disse o Senhor a Josué: Levanta-te; por que estás prostrado assim sobre teu rosto?" Josué 7.10

Este é um ponto delicado. Não existe nada que perscrute tanto o coração como a oração. Quando oramos, comparecemos na santa presença de Deus, e é feita como que uma radiografia até o mais íntimo do nosso ser. Tudo é manifesto, e se existe um pecado atrapalhando a comunicação com o Senhor, Deus não aceita dizermos simplesmente: "Senhor, caso haja algo errado em minha vida..." Essa é uma desculpa barata. Se existe algo, o Senhor coloca o Seu dedo ali e nos mostra qual o motivo que nos impede de chegar à Sua presença. Vemos isso no caso de Josué: "Então Josué rasgou as suas vestes, e se prostrou em terra sobre o seu rosto perante a arca do Senhor até a tarde..." Devemos estar dispostos a sermos corrigidos! "Então disse o Senhor a Josué: Levanta-te; por que estás prostrado assim sobre o teu rosto?" Se desistirmos do falatório vazio e vão que muitas vezes é a nossa oração, se deixarmos de lado o formalismo religioso que muitas vezes caracteriza as orações dos cristãos, e chegarmos à presença do Senhor, também haverá em nós a disposição de sermos corrigidos. Não terá sentido participar de reuniões de oração se não existir essa disposição de aceitar a correção do Senhor. Oração verdadeira é disposição para ser corrigido.

Intercessão – Um ministério que toca o coração de Deus…

"Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens" (1 Tm 2.1)

Paulo nos declara que a primeira prioridade de uma assembléia cristã é a oração.


Ele menciona diversas formas de oração, uma das quais é a intercessão. Interceder significa literalmente “interpor-se, colocar-se entre”. O intercessor é aquele que se coloca entre Deus e os que merecem sua justa ira e castigo. O intercessor levanta suas mãos a Deus e diz: "Deus, estas pessoas merecem seu juízo; tu tens todos direito de feri-las; mas se a ferires, terás de ferir a mim primeiro, pois coloquei-me entre ti e eles".

No Velho Testamento encontramos diversos relatos de cidades e nações que foram poupadas do juízo divino através do ministério de um intercessor.


Consideremos o ministério de intercessão, primeiramente, na vida do nosso Senhor Jesus Cristo.

INTERCESSÃO NO MINISTÉRIO DE JESUS
Intercessão era uma das grandes marcas do ministério de Jesus. O capítulo 53 de Isaías descreve sua obra expiatória e conclui com este versículo:
"Por isso eu lhe darei muitos como a sua parte e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores, contudo levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu."
Há quatro fatos registrados neste versículo a respeito de Jesus:

1o) Ele derramou a sua alma na morte - Lv 17.11 diz que a alma de toda carne esta no sangue, portanto Jesus derramou sua alma na morte quando derramou seu sangue.

2o) Ele foi contado com os transgressores -  ele foi crucificado com os dois ladrões.

3o) Levou sobre si o pecado de muitos -  tornou-se a oferta pelo pecado por todos nós.

4o) Pelos transgressores intercedeu -  isto ele fez na cruz quando disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem". Ele estava dizendo: "Que o juízo que eles merecem caia sobre mim", E assim foi.

Hebreus 7 fala de Jesus depois da sua morte, ressurreição e ascensão. Somos informados que Jesus é nosso sumo sacerdote à destra de Deus. Por ter um sacerdócio imutável que nunca passará dele, Jesus "pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles" (Hb 7:25).


Se fizermos um estudo da vida e ministério de Jesus, chegaremos a um contraste bem interessante: ele passou trinta anos na obscuridade, numa vida familiar perfeita; três anos e meio num dramático ministério público; e praticamente dois mil anos em intercessão, invisível aos olhos naturais.
Desde que subiu aos céus, ele está intercedendo por nós diante do Pai.

MODELOS DO VELHO TESTAMENTO: ABRAÃO
Os maiores santos eram freqüentemente os maiores intercessores, pois eram os homens mais próximos ao coração de Deus.
O Velho Testamento contém exemplos de alguns grandes intercessores. O primeiro exemplo é Abraão. Em Gênesis 18 vemos o Senhor com mais dois anjos chegando para visitar a tenda de Abraão. No final deste episódio o Senhor diz:
"Ocultarei a Abraão o que estou para fazer?" Em outras palavras, o Senhor vê Abraão como o seu íntimo amigo pessoal com quem ele compartilhará seus planos e pensamentos. Por isto o Senhor conta para Abraão:
"Com efeito o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicados e o seu pecado se tem agravado muito. Descerei, e verei se de fato o que têm praticado corresponde a esse clamor eu é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei" (Gn 18.20-21).
Abraão estava muito preocupado com Sodoma porque seu sobrinho, Ló, estava morando lá. Abraão sabia que se Sodoma fosse julgada, Ló e sua família sofreriam com os demais. A cena continua assim:
Então partiram dali aqueles homens (anjos), e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do Senhor (para impedi-lo).
"E aproximando-se ele, disse: Destruíras o justo com o ímpio? Se houver, porventura, cinqüenta justos na cidade, destruirás ainda assim, e não pouparás o lugar por amor dos cinqüenta justos que nela se encontram? Longe de ti o fazeres tal cousa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra?” (v. 23-25).
Abraão tinha que ter muita coragem para falar com o Senhor desta maneira. Porém, ele sabia que seria uma contradição total do caráter de Deus, e da sua justiça, permitir que juízo caísse sobre os justos.


Salmo 91.7,8 estabelece este princípio: "Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás o castigo dos ímpios". Seja qual for o justo juízo que cair sobre os ímpios, os justos nunca serão tocados. O justo pode estar exatamente no meio de tal juízo, mas este não virá sobre ele.
Note, porém, que há uma diferença entre juízo e perseguição por causa da justiça. A Bíblia diz que os justos hão de experimentar perseguição. A diferença é que juízo por causa do pecado vem sobre os ímpios pela instrumentalidade de Deus; e perseguição por causa de justiça vem sobre os justos através dos ímpios.


Portanto com santa ousadia e intensa convicção que Deus tinha que ser absolutamente justo, Abraão se pôs a confrontar o Senhor com este princípio: "Senhor, se houver cinqüenta justos na cidade, pouparás a cidade?" o Senhor respondeu a Abraão que pouparia a cidade se cinqüenta justos pudessem ser encontrados.
"E quarenta e cinco? Poupá-la-ás por quarenta e cinco justos?" E o Senhor disse que a pouparia se quarenta e cinco pessoas justas pudessem ser encontradas nela. E assim foi a conversa... quarenta, trinta, vinte, até que Abraão chegasse finalmente à sua última reivindicação:
"Se, por ventura, houver somente dez pessoas justas em toda aquela cidade? Poupá-la-ás pelas dez?" E o Senhor respondeu que a pouparia por dez pessoas justas.
Esta é uma tremenda revelação! Se os meus cálculos forem corretos, Sodoma era uma cidade grande para aquela época, com uma população não inferior a 10.000. Por amor a dez pessoas no meio de 10.000, Deus estava pronto para poupar a cidade inteira.
Isto é uma pessoa em cada mil! Jó 33.23 registra esta mesma proporção: "Se com ele, pois, houver um anjo, um intérprete, um entre mil, para declarar ao homem o que lhe é justo..." Eclesiastes 7:28 semelhantemente afirma: "Cousa que a minha alma ainda busca, mas não a achei: um homem entre mil".
Um entre mil! A Bíblia aparentemente usa esta expressão para identificar um homem extraordinariamente justo. Deus disse: "Se eu puder encontrar em Sodoma uma pessoa justa em cada mil, pouparei a cidade inteira".


Por exemplo, se aplicássemos esta proporção ao Brasil hoje, precisaríamos de aproximadamente 190.000 pessoas extraordinariamente justas para obter misericórdia em favor de toda a nação. Você qualificaria como uma dessas 190.000 pessoas? Eu qualificaria?

A INTERCESSÃO DE MOISÉS
Nosso segundo exemplo de intercessor é Moisés. Em Êxodo 32 vemo-lo subindo o Monte Sinai para receber a aliança de Deus. Depois de estar ausente muitos dias, o povo tornou-se impaciente e insistiu com Arão para fazer deuses que eles pudessem adorar.
Então Arão tomou as argolas de ouro e fez um bezerro fundido, em torno do qual Israel começou a dançar e adorar. Enquanto isto acontecia no arraial, Deus falou com Moisés no monte e disse:

"Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu, e depressa se desviou do caminho que lhes havia eu ordenado; fizeram para si um bezerro fundido, e o daram..." (v. 7,8).

Neste momento tenso quando o destino de Israel estava na balança, encontramos um elemento de humor na conversa que se seguiu entre Deus e Moisés. Referindo-se a Israel, Deus fala com Moisés que eles são "teu povo".
Mas Moisés, não querendo aceitar esta responsabilidade, devolve-a a Deus dizendo: "teu povo". Nem Deus nem Moisés queria ser considerado responsável por Israel naquele momento!

Enquanto isso, Israel continuava a dançar ao redor do bezerro, totalmente inconsciente que seu destino estava sendo selado por este diálogo entre Deus e Moisés. Deus declarou a Moisés:

"Agora, pois, deixa-me; para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma..." (v.10). Note que Deus não faria coisa alguma se Moisés não lhe permitisse. Mas Moisés se recusou a sair de diante de Deus. Como intercessor, ele continuou se interpondo entre Deus e o povo.
Finalmente, Deus disse que usaria Moisés para redimir sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó, começando tudo de novo com Moisés e formando dele uma grande nação. Apesar desse povo ter sido um fardo muito pesado para ele deste que saiu do Egito, Moisés intercedeu por eles:
"Porém Moisés suplicou ao Senhor seu Deus e disse: Por que se acende, Senhor, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito... ("Não é meu povo", Moisés está dizendo, "é teu.") Por que hão de dizer os egípcios: com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes, e para consumi-los da face da terra?
"Torna-te do furor da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo" (v. 11,12). A preocupação de Moisés era a reputação de Deus. Ele disse: "Deus, se depois de tirar este povo para fora, eles vierem a perecer nos montes, os egípcios vão dizer que tiveste más intenções quando os tiraste do Egito."

Vemos a mesma preocupação com a reputação de Deus em Números 14.13-16. O povo provocou ao Senhor quando se recusou a crer no relatório positivo dos dois espias enviados para a terra prometida, escolhendo antes crer no relatório negativo dos outros dez.
Deus ficou tão irado com sua incredulidade que outra vez procurou destruí-los e fazer de Moisés uma grande nação.
Mas aqui Moisés lembra o Senhor que as nações que tinham ouvido a fama do Senhor iriam pensar que ele não era capaz de introduzir o povo na terra e por isto o matou no deserto.

A preocupação de Moisés em ambos os casos não era sobre sua reputação pessoal; sua única preocupação era a glória e reputação de Deus na terra. No final de Êxodo 32, encontramos a consumação da intercessão de Moisés.
Depois de voltar ao arraial e colocar as coisas em ordem, ele se dirige ao povo:
"Vós cometestes grande pecado; agora, porém, subirei ao Senhor e, porventura, farei propiciação pelo vosso pecado. Tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste" (vv. 30-32). Isto é intercessão: "Deus, eles merecem teu golpe; perdoa-lhes. Mas se não, Senhor, então que o juízo deles venha sobre mim.´ O intercessor é a pessoa que se coloca entre Deus e o alvo da sua ira justa.
O Salmo 106 nos fornece um comentário divino e a respeito deste acontecimento:
"Em Horebe fizeram um bezerro, e adoraram o ídolo fundido. E assim trocaram a glória de Deus pelo simulacro de um novilho que come erva. Esqueceram-se de Deus, seu Salvador, que, no Egito, fizera cousas portentosas, maravilhas na terra de Cão, tremendos feitos no Mar Vermelho. Tê-los-ia exterminado, como dissera o Senhor, se Moisés, seu escolhido, não se houvesse interposto; impedindo que sua cólera os destruísse" (vv. 19-23).

Moisés ficou na brecha causada pelo pecado do povo de Deus e disse: "Senhor, estou tapando a brecha. Teu golpe não pode cair sobre eles sem cair sobre mim primeiro".

Números 16 registra outro exemplo de intercessão.
Aqui Moisés e Arão juntos são os intercessores. Deus havia tratado soberanamente com a rebelião de Coré, Datã e Abirão, fazendo a terra se abrir e tragá-los vivos.
Mas no dia seguinte "toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Senhor. Ajuntando o povo contra Moisés e Arão, e virando-se para a tenda da congregação, eis que a nuvem a cobriu, e a Glória do Senhor apareceu. Vieram, pois, Moisés e Arão perante a tenda da congregação. Então falou o Senhor a Moisés, dizendo: Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento: então se prostraram sobre os seus rostos" (v. 41-45).


Esta é a posição do intercessor – prostrado sobre o seu rosto diante de Deus, sabendo que juízo está prestes a cair. Pessoalmente, admiro a graça que Moisés e Arão tinham. O povo havia se revoltado contra eles sem motivo.
Contudo, dispuseram-se a interceder por estes que os criticavam – até mesmo arriscando suas próprias vidas por eles. Moisés falou com Arão e ordenou-lhe:
"Toma o teu incensário, põe nele fogo do altar, deita incenso sobre ele, vai depressa à congregação, e faze expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do Senhor; já começou a praga. Tomou-o Arão, como Moisés lhe falara, correu ao meio da congregação (eis que já a praga havia começado entre o povo) e deitou incenso nele, e fez expiação pelo povo. Pôs-se em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga." (v. 46-48).


A linguagem nesta passagem enfatiza a urgência da intercessão. Moisés disse a Arão: "Vai depressa..." Arão não saiu andando, ele "correu". Cada momento de demora custaria mais vidas.


A palavra "praga" sugere algo altamente contagioso, e para fazer expiação Arão teve de se expor deliberadamente a esse contágio. Ele pôs sua própria vida a risco. Enquanto ficou ali movendo seu incensário, a fumaça subia numa coluna branca que dividia os vivos dos mortos.
Onde aquela fumaça branca subia do incensário, a praga parava. Isto é intercessão: colocar-se – a risco da própria vida – entre os mortos e aqueles que estão prestes a morrer, e depois oferecer oração e súplicas fervorosas, como a fumaça branca do incensário, até que a praga cesse.

FALTA DE INTERCESSORES
Ezequiel 22.23-31 registra uma cena diferente. É semelhante às duas que acabamos de estudar no sentido de descrever os pecados do povo de Deus, mas é diferente porque nenhum intercessor foi encontrado para se interpor entre o pecado do povo e o juízo de Deus.
”Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dize-lhe (à terra de Israel): Tu és terra que não está purificada, e que não tem chuva no dia da indignação.
Conspiração dos seus profetas há no meio dela... Os seus sacerdotes transgridem a minha lei... Os seus príncipes no meio dela são como lobos... Contra o povo da terra praticam extorsão, andam roubando, fazem violência ao aflito e necessitado...busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.
Por isso eu derramei sobre eles a minha indignação...”

Todas as classes da população tinham falhado inteiramente – profetas, sacerdotes, príncipes, povo. Cada uma representa um determinado elemento da sociedade:

  • Os "profetas" são os responsáveis para trazer uma mensagem direta de Deus.
  • Os "sacerdotes" são os líderes da religião institucional.
  • Os "príncipes" são os governantes seculares.
  • O "povo" é o restante da população, o povo comum.

A ordem de listagem destes quatro elementos é importante. O processo de decadência começou com a liderança espiritual; depois o governo secular se corrompeu; finalmente toda a nação foi atingida.
Apesar de todas as classes da sociedade terem se corrompido desta forma, a situação ainda não era desesperadora. Deus procurava um homem, um intercessor, para tapar o muro e colocar-se na brecha para que ele pudesse poupar a nação inteira.
Mas porque ele não encontrou nenhum, derramou sobre ela sua indignação e a consumiu no fogo da sua ira. Um homem – um intercessor – poderia ter poupado uma nação inteira do juízo!
Isaías 59 apresenta um dos mais temíveis quadros de fracasso e apostasia nas Escrituras. No entanto o povo a que este capítulo se refere é um povo essencialmente religioso.

Eis a sua confissão:
"Porque as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós, porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades; como o prevaricar, o mentir contra o Senhor, o retirarmo-nos do nosso Deus, o pregar opressão e rebeldia, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade.
Pelo que o direito se retirou e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças e a retidão não pode entrar. Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso, e desaprovou o não haver justiça. Viu que não havia ajudador algum, e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor" (v. 12-16).

"Não havia um intercessor". Até o próprio Deus se admirou disso! Era a derradeira evidência condenatória da incredulidade e indiferença egoística que havia nos corações do seu povo.

QUALIFICAÇÕES DO INTERCESSOR
Concluindo, eu gostaria de dar quatro qualificações que vejo em todo verdadeiro intercessor:

1o) Um intercessor, como Abraão, precisa ter uma convicção absoluta da justiça de Deus - que Deus nunca trará sobre os justos o juízo que somente os ímpios merecem. Ao mesmo tempo, ele precisa ter uma visão cristalina da justiça absoluta e da inevitabilidade do juízo de Deus sobre os ímpios.

2o) Ele precisa ter uma profunda preocupação com a glória de Deus - como Moisés que recusou duas vezes a oferta de Deus de fazer dele o originador do maior povo na terra. A glória de Deus lhe era mais importante do que sua reputação pessoal.

3o) Um intercessor precisa ter um relacionamento íntimo com Deus - Ele deve ser alguém que possa estar diante de Deus e falar com franqueza total, porém com reverência.

4o) Um intercessor precisa demonstrar grande coragem pessoal -  Ele deve estar preparado para arriscar sua própria vida, como Arão que desprezou o contágio da praga a fim de tomar sua posição entre os mortos e os vivos.

Não existe um chamamento mais alto que o intercessor. Quando você se torna um intercessor, terá chegado ao trono. Você não será visto pelos homens, porque esta é uma posição invisível a eles, atrás do segundo véu; mas no reino de Deus sua vida terá valor no tempo e na eternidade.