terça-feira, 19 de junho de 2018

Mulheres Que Cuidam dos Seus Maridos...

Por 14 anos eu os  vi chegar todo domingo de manhã para o culto de mãozinhas dadas, sempre sentados um ao lado do outro, sempre gentis, alegres e carinhosos um com o outro.

A casa deles era um lugar de muito amor. A vida deles era cheia de muito amor.

O casamento deles era algo vivo, cheio de carinho, cuidados, abraços, palavras carinhosas e de amor...

Me dirijo as mulheres casadas que vão ler esse texto: cuidem do seu casamento, do seu companheiro, do que entrou em sua vida pelas portas do amor.

Reconheço que Satanás trabalha noite e dia para tentar destruir o projeto de Deus que chamamos de família. Não apenas para separar pessoas unidas um dia pelo amor, mas sobretudo para que as pessoas vivam mal umas com as outras, numa relação doentia, de falta de respeito e carinho, indiferentes umas às outras, ferindo-se também.

Não raras vezes a brecha vem através da relação de esposos e esposas.



O amor que começou lindo, como um projeto de vida a dois, de companheirismo, se não for cuidado diariamente, corre sério risco de virar lugar comum, banal, superficial, peso, "cruz"... Um lugar sem companheirismo... Um lugar de solidão e ressentimentos.

Sei que os homens não raras vezes não são tão atenciosos, gentis, cavalheiros, companheiros, românticos. E as esposas não raras vezes deixam que essa seja a direção que o casamento e o relacionamento sigam.

Cremos que Deus pode mudar histórias, transformando desertos em oásis, espinhos em pelúcia, indiferença em companheirismo, grosseria em gentileza... Por isso, independente da situação, ore pelo seu marido. Trate-o com respeito, com honra, com amor. Particularmente com o amor ágape.

Mesmo que o outro não mereça. Faça por graça! Profeticamente para reafirmar e consagrar o companheirismo ou mesmo à espera de cura para relacionamentos onde um feriu profundamente o outro.

Diga palavras de carinho, de amizade. Palavras gentis. Toque-o carinhosamente. Não falo de toques com conotações sexuais. Mas de um cafuné, um beijo na testa, um toque no ombro, um abraço.

Por favor, não quero que ninguém responda, mas quando foi o último abraço, a última vez que falaram carinhosamente um com o outro? A falta de romance não pode implicar na falta de companheirismo e de generosidade.

Se puder manter o ramance, bênção. Se deseja recuperar o romance, bênção. Tudo é possível ao que crê!

A cura e a restauração do carinho, do respeito, da gentileza, das palavras carinhosas e abençoadoras em alguns relacionamentos serão mais difíceis do que em outros. Aliás, a restauração de qualquer relacionamento exige esforços, paciência, oração, poder do Espírito Santo.

Prá quem quiser entender o que estou falando têm de ver os filmes "Quarto de Guerra" (que fala sobre o lugar de oração na vida do casal e da família) e "A prova de fogo" que testemunha o trabalho que reconstruir respeito e confiança necessitam.

Boa parte da confusão que estamos vendo em nosso mundo, acredito que até mesmo algo dentro da atualíssimo discussão da questão de gênero, tem a ver com as figuras e pai e mãe, de homem e mulher, destruídas por relações embrutecidas, homens violentos ou enfraquecidos, mulheres agredidas ou agressoras... Obviamente não é uma explicação pra questão da homossexualidade, o que não me proponho a fazer... Sim, para que haja admiração e respeito, homem e mulher precisam se dar ao respeito! Precisam ser modelos positivos. O que certamente exige, no mínimo, haver muito respeito e companheirismo entre ambos.

Tenho visto homens-maridos-pais vilipendiarem suas esposas, tratando-as sem honra. Como respeitar esse tipo de homem?

Tenho visto mulheres-esposas-mães vilipendiarem seus esposos, tratando-os sem honra. Como respeitar esse tipo de mulher?

Um destrata o outro, enfraquecendo um ao outro. De modo que aparentemente ninguém presta, que casamento é um lugar de infelicidade e a "cruz" que se tem de carregar, e a família, sem honra e respeito, torna-se um lugar de gente infeliz, frustrada, vítima e algoz ao mesmo tempo.

Ore agora pelo seu marido.

Fale agora uma palavra gentil. Mesmo que seja por zap ou telefone.

Trate-o com honra e respeito. Que todos vejam e saibam que essa é sua opção.

Fale sem murmurar, gritar, aborrecer, xingar ou demonstrar impaciência e mania de criticar.

Quem sabe um abraço?

Confie na lei da semeadura! Quem age com misericórdia a misericórdia o honrará! Por outro lado, quem planta ventos colhe tempestade. E se o casal estiver no meio de uma tempestade, não importa o tamanho do furação, a voz de Jesus pode acalmá-lo e gerar bonança. Deponha as armas! Faça as coisas do jeito do Evangelho. Bem-aventurada as mulheres pacificadoras, pois serão filhas de Deus e reconhecidas como tal.

Semeie honra!
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