quarta-feira, 24 de agosto de 2011

DISCIPULADO - R12 (COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS)

Pra. Ioná Loureiro

Queridos, estou vivendo um momento muito especial no R12. Estou com um grupo completíssimo. E às vezes, até ultrapassa este número.

O R12 é uma grande benção, enfim, uma visão genuína do discipulado para sedimentação de vidas. O R12 cria raízes, estabelece vínculos de amizade à luz da Palavra de Deus e contribui, conseqüentemente, para o crescimento do Corpo de Cristo.

Compartilho, a seguir, algumas dicas que utilizo para na implantação de grupos de R12.

  1. O primeiro passo. Tem muitos que deixam de ministrar um grupo de R12 porque entendem que precisam começar com 12. O importante é começar, nem que seja com um. Quando somos fiéis no pouco, o Senhor nos honra com o muito. Portanto, não fique esperando os 12 aparecer. Vá a procura de uma a um, como fez Jesus, que aos poucos foi chamando os seus discípulos para seguí-lo.
  2. Credibilidade e pontualidade. Uma vez ministrando o R12, faça de tudo para não deixar de fazer as reuniões. E se por um acaso você tiver de faltar, avise com antecedência. R12 é um compromisso e compromissos devem ser honrados, inclusive, no tocante ao horário. Quando não se observa este aspecto, se perde a credibilidade e as pessoas começam a abandonar as reuniões.
  3. O convite. O convite é muito importante! Convide pessoas e se possível, no dia da reunião, envie um torpedo lembrando da reunião do R12. Hoje em dia temos diversas prestadoras de telefonia celular que oferecem pacotes de torpedos por preços bem acessíveis. Ou seja, se esforce em convidar pessoas para seu grupo e envie sempre um lembrete a respeito das reuniões para que ninguém falte, pois um empurrãozinho é sempre bom.
  4. A criatividade. As ministrações de R12 não devem ser monótonas, pois não se trata de um culto e sim um grupo onde, através de experiências compartilhadas, se assimila a Palavra de Deus. Um dia desses, por exemplo, levei uma gravura para eles comentarem antes de começar à ministração. Num outro dia, quando ministrava sobre os dons, levei gravuras de super-heróis e pedi para que cada um indicasse o personagem de sua preferência. Partindo deste pressuposto, falei sobre a importância dos dons, que são poderes especiais que Deus nos dá para fazer a sua obra e cumprimos o nosso chamado. Às vezes, levo textos e artigos para suplementar o tópico discutido. Enfim, é preciso aguçar o interesse dos integrantes do grupo com muito dinamismo e criatividade.
  5. A interação. É necessário que haja o incentivo à participação dos integrantes do grupo. Ou seja, durante os cultos, eles só ouvem a Palavra. No R12 é a vez deles falarem. É uma oportunidade que eles têm para expor os seus sentimentos. Para não se perder o foco, comece a ministrar o tema e depois dê espaço para eles falarem e utilize as suas próprias experiências para sedimentar o conteúdo que está sendo ministrado. Estimule a participação deles, pois eles precisam interagir com o grupo.
  6. A seleção. Sabemos que a ordem natural da formação dos grupos de R12 é Bispos ministrarem pastores, pastores ministrarem presbíteros e daí em diante. Este critério pode ser adotado, entretanto, o importante é que grupo seja formado por pessoas que tenham o interesse de serem ministradas. Eu meu grupo, por exemplo, tem aspirantes, presbíteros, novos convertidos. Enfim, uma miscelânea. Os novatos na fé acabam aprendendo com os que estão mais maduros havendo, deste modo, um compartilhar de conhecimentos e experiências cristãs.
  7. A oração. Sempre reserve um tempo para orar com eles, de preferência antes e ao término na reunião. Peça, inclusive, que eles orem e compartilhem as suas necessidades. O R12 é uma oportunidade de mostrar a eles o valor da oração. A oração é indispensável em qualquer reunião de discipulado e irá proporcionar o amadurecimento do grupo.
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